The Walking Dead

The Walking Dead Jay Bonansinga




Resenhas - Invasão


10 encontrados | exibindo 1 a 10


day 02/04/2016

maravilhoso
Se declínio foi bom esse também não decepcionou.
livro cheio de ação, adrenalina e emoção.
A saga a cada dia melhora, e esse livro foi de tirar o folego.
super recomendo.
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Jon Snow 18/07/2017

cada vez menos interessante
a serei the walking dead no âmbito literário começou muito bem com o ´´caminho para woodbury´´, porem, com o passar dos livros, ela inexoravelmente foi perdendo seu encanto inicial, que baseava-se em uma historia dramática, forte, imprevisível, e se tornou, uma serie agua com açucar de zombies, sendo assim, twd diverti, de fato, isso é incontestável, porem seu ritmo é demasiadamente rápido, os novos personagens são pouco explorados, e o enredo é pouco emocionante, os acontecimentos finais são bobos, o vilão se descaracteriza e deixa de ser interessante do meio para o final, a heroína é frustrante, bem, são varios os argumentos contra um livro mediano, que como dito anteriormente, diverti, emociona em dados momentos, e lhe deixa com uma sensação agridoce, que compensa a leitura, nota: 2,5/5
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Santarosa 09/05/2016

Resenha - Invasão
Finalmente, o sexto e último livro da série (pelo menos acho que agora acabou, infelizmente...). Para quem acreditava que a saga terminaria no quarto livro, pôde se surpreender com mais dois volumes de muito terror, suspense e dramas.
No quinto livro, Woodbury não sobreviveu ao ataque da super horda, terminando completamente destruída e tomada de zumbis. Lilly e alguns poucos sobreviventes, entre eles várias crianças, se abrigaram dentro dos túneis de mineração que, graças às explorações e descobertas de Bob e suas invenções para melhorar as condições de vida no subsolo, se mostraram um local bem seguro, que os protegia não só dos errantes mas também do fanático reverendo e seus seguidores que ainda estavam à solta lá fora.
Lilly demonstra o tempo inteiro ser uma mulher forte, uma líder capaz de protegê-los, quando na verdade é cheia de problemas pessoais, traumas, medos e dilemas que procura guardar só para si.
Eles vivem no subterrâneo, indo à superfície o mínimo possível, apenas para procurar alimentos e suprimentos. Mas, a verdade é que não vão poder ficar ali por muito mais tempo. As condições de insalubridade estão aumentando, as crianças apresentando alergias e resfriados com muita frequência por falta de sol e ar puro. Lilly não se conforma em viverem como ratazanas naqueles buracos e está obstinada a reconquistar Woodbury, a cidade que lhe pertence por direito. Acredita que podem recomeçar e reconstruir a cidade. Seu amigo Bob não concorda com essa idéia, pois viver na superfície é ainda mais difícil que no subterrâneo, além do mais eles são poucos e sem recursos para lutar contra todos aqueles zumbis.
Enquanto isso, o pastor Jeremiah encontra outro comboio de sobreviventes e, com sua conversa amigável e despretensiosa, logo é aceito no grupo, que é liderado por um padre. O reverendo não tem dificuldades para assumir a liderança do comboio e logo trama sua vingança contra os sobreviventes de Woodbury, especialmente Lilly Caul, por atrapalharem seus planos divinos.
Mais um livro eletrizante, que vale muito a pena ler. São muitas questões levantadas ainda a responder: Lilly sobreviveu ao Governador, mas será que sobreviverá ao religioso fanático? Será que conseguirão retomar a cidade? Quem vai sobreviver a tudo isso? Aos fãs incondicionais, desejo uma ótima leitura.
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Jacqueline 02/01/2016

E chegamos ao sexto livro da série, dessa vez escrito apenas por Jay Bonansinga.
O currículo do autor não faz vergonha. Jay escreveu livros de terror aclamados pela crítica, e seu livro de estreia, The Black Mariah, foi finalista do Bram Stoker Award.

O que começou como uma extensão da história de quadrinhos sobre zumbis, acabou ganhando ares independentes, com uma trama explorando personagens não vistos na famosa série de TV.

Após a queda do Governador, e de Woodbury, dois grupos continuam lutando pela sua sobrevivência em meio ao apocalipse zumbi.
Lilly Caul lidera um grupo composto por idosos, crianças e adultos, tentando passar despercebidos por entre os antigos labirintos de túneis, e minas. Lilly ainda quer reconquistar sua amada Woodbury de volta.
Mas seu caminho se cruza com o do reverendo Jeremiah Garlitz. Ele planeja uma vingança regada a muito sangue, e declara guerra contra Lilly, seu grupo, e quem ousar cruzar o seu caminho.

Confesso que essa série já foi bem mais empolgante no início (3 primeiros livros), e vem sobrevivendo a duras penas.
Jay Bonansinga consegue manter o ritmo ágil da narrativa, e trazer um novo rumo para uma trama que já caminhava para a mesmice.
Com a disputa por território entre as duas facções, o autor cria cenas e situações de ação dignas de atenção. A iminente guerra entre os grupos mantém o ritmo de narrativa acelerado, e o crédito é todo de Bonansinga.

Os personagens secundários ganham ênfase nesse volume. Nossa heroína Lilly provou ser uma exímia líder, e fico feliz que Jay tenha dado esse destaque a uma personagem feminina.
Em se tratando de personagens psicóticos e odiáveis, o autor se saiu muito bem ao construir a personalidade de Jeremiah. O cara é realmente sádico e lunático, e não deve em nada a figura do temido Governador.

O confronto entre os dois grupos é regado de sangue e brutalidade, e um fantástico desfecho. E claro, como estamos falando de um livro de zumbis, não faltam cenas assustadoras.
Há um gancho para um próximo livro, e apesar do medo que a série caminhe para o marasmo completo, há também uma certa curiosidade para saber o destino que Jay dará aos personagens.

The Walking Dead é sem dúvida uma série de referência para os amantes dos zumbis, e um bom livro de terror.

site: www.mybooklit.com
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Marcinho 11/03/2016

Sem surpresas
Espetacular. O escritor não deixou a desejar, como sempre. O mundo contínua louco e podre, mas dentro dele há poucos que desejam colocar uma luz nesta escuridão morta. É assim o grupo de Lilly. Mas nem todos concordo ou gostam de seu jeito de lidar com as situações. SENSACIONAL.
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Emanuel 26/05/2018

Ao contrário do último livro, Invasão tem bem mais ação, o que vimos de Jeremiah no que diz respeito à insanidade e loucura em Declínio, nem se compara ao que vemos neste livro. Lilly cresce a cada livro, sempre impulsionada por alguma perda próxima para deixá-la ainda mais comprometida com o seu objetivo. Nesse livro, há de destacar também o jovem Tommy Dupree, que pode ser comparado ao já crescido Carl Grimes, no livro anterior, quase não se ouvia falar nele até enfiar uma bala no próprio pai. Nesse livro, Dupree é de grande valia para o grupo dos túneis, ganhando a confiança principalmente de Lilly.
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Marcelo Santana 12/01/2016

Invasão - 06
Após a batalha entre o grupo de Lilly Caul e os seguidores do reverendo Jeremiah em
Declínio, os sobreviventes estão em caminhos opostos.
Lilly Caul junto com o seu grupo vive nos túneis em baixo de Woodbury, o grupo tem armas e mantimentos e parece se acostumar a morar nos túneis, só saem de lá para fazer busca por mantimentos para manter o que já possuem. Mas Lilly ainda acredita que pode reconstruir a devastada Woodbury.
O reverendo Jeremiah Garlitz acredita que o grupo de Lilly junto com o seu grupo tenha morrido após a batalha que destruiu Woodbury. O reverendo viaja junto com Stephen Pembry e o irmão Reese. Após perderem as esperanças, eles encontram uma mulher em apuros dentro de uma igreja, Norma Sutters. Norma ficou presa após o início do apocalipse, com a chagada de Jeremiah, irão dar um tiro no escuro com o fim de encontrar os demais frequentadores da sua antiga igreja, que depois de viajarem um pouco encontram o grupo de Norma.
O grupo é liderado pelo padre Patrick Liam, Jeremiah fica bem à vontade com os demais sobreviventes do grupo. Viajam por quase uma semana e, na primeira oportunidade, Jeremiah causou um “acidente” com o padre Liam e assumiu a liderança do grupo.
Em pouco tempo na liderança do seu novo grupo, Jeremiah soube através de seus homens de confiança que os ex-habitantes de Woodbury estão vivos, inclusive seu desafeto maior, Lilly Caul. Isso só saciou ainda mais a vontade de Jeremiah por vingança. Jeremiah criou uma engenhoca para hipnotizar os mordedores, conseguiu juntar um número suficiente deles e através de uma luz que pisca incessantemente, ele consegue a atenção da pequena horda de zumbis.
Assim como vimos em Declínio, Jeremiah tem facilidade em convencer o grupo, de que os sobreviventes de Woodbury são uma ameaça, e que precisam acabar com eles. Só que o papo não convence a todos, como Norma Sutters e Milles Littleton, que vão atrás do grupo de Lilly a fim de alertá-los do perigo que estão correndo.
Ao contrário do último livro, Invasão tem bem mais ação, o que vimos de Jeremiah no que diz respeito à insanidade e loucura em Declínio, nem se compara ao que vemos neste livro. Lilly cresce a cada livro, sempre impulsionada por alguma perda próxima para deixá-la ainda mais comprometida com o seu objetivo. Nesse livro, há de destacar também o jovem Tommy Dupree, que pode ser comparado ao já crescido Carl Grimes, no livro anterior, quase não se ouvia falar nele até enfiar uma bala no próprio pai. Nesse livro, Dupree é de grande valia para o grupo dos túneis, ganhando a confiança principalmente de Lilly.
Mas algumas coisas não fizeram sentido nesse livro, e não consigo me convencer de que os mordedores com humanos a sua frente, prontos para consumo, podem simplesmente deixar eles de lado para seguir uma luz que pisca.

site: www.sugestoesdelivros.com
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