A Loba de França

A Loba de França Maurice Druon




Resenhas - A Loba de França


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Shaftiel 14/01/2009

A história de A Loba de França é muito boa, porém cai em relação aos outros livros da série. A narrativa perde um pouco quando subitamente o livro passa a ser descrito no presente.
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Fernanda 13/10/2010

Faltou algo
Da temática abordada por Druon em sua saga dos Reis Malditos, este é o que tem a história mais conhecida, retratada em filmes como "Coração Valente", de Mel Gibson. Trata dos infortúnios de Isabel de França, a filha de Felipe, o Belo casada com Eduardo II da Inglaterra, soberano que não fazia questão de esconder sua homossexualidade e que não cansava de encher de presentes e privilégios seus amantes, para a humilhação da rainha. O livro se centra na relação entre Isabel e Mortimer, seu amante, e no golpe que estes deram levando o rei a abdicar em favor de seu filho mais velho, Eduardo III.
No entanto, apesar da história interessatíssima, o livro fica arrastado em alguns momentos. Ao final da leitura fica-se com a impressão de que faltou alguma coisa. Ainda assim é um bom livro, que vale apena ser lido.
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Giovanni 16/11/2010

Este volume demonstra que as pragas rogadas tinham de ser levadas a sério, pois a Rainha Izabel acabou descobrindo o seu verdadeiro amor, o Lorde Mortimer que fugitivo da Inglaterra tem a sua volta triufante ao seu território destronando o Rei Eduardo II e nomeando o Rei Eduardo III (menor de idade), mas o Lorde cria muito poder, inclusive mandando matar o rei Eduardo II de uma forma cruel e sem marcas externas.
Na manuntenção deste poder mata muitas pessoas, mas mantém o mesmo governo predatório e tem a rainha Izabel em suas mãos.
E na França a morte do Rei Carlos IV, o belo extingue-se a disnatia dos Capetos e assume o poder o Felipe VI filho de Carlos de Valois, graças a Robert D'Artois.
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Shana 18/12/2010

Neste volume é contada a história da Rainha Isabel, esposa do Rei Eduardo da Inglaterra. Uma mulher maltratada que resolve abandonar o marido e viver com o seu amante sem pudores. Isabel é uma pessoa desmedida, que sabe o que quer, mas que se mostra fraca no final do livro ao ceder as súplicas do amante. Narra a subida de Eduardo III ao trono e a morte horrível de Eduardo II. Muito bom.
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Janaina Vieira - Escritora 15/12/2010

Livro 5
Neste volume, temos também a história de Isabel, filha de Filipe IV e rainha da Inglaterra há alguns anos. Embora seja rainha, Isabel é muito infeliz porque seu marido, Eduardo II, é homossexual, detalhe conhecido em toda a Europa. Isabel se sente mal amada e humilhada. Por esta razão, inclusive, foi uma das responsáveis pela revelação do adultério de suas cunhadas cerca de 2 anos antes. Unindo-se a seu primo, Roberto d'Artois, que sempre odiou a condessa Mafalda — mãe de duas das princesas adúlteras e tia de Margarida — devido a questões de terras, Isabel é uma das causadoras dos problemas que enfrenta a coroa da França. Mas na condição de rainha, ainda que infeliz, ela não podia admitir que suas cunhadas, casadas com seus irmãos, os traíssem do modo como fizeram, deixando de valorizar algo que ela sempre desejara e nunca havia conhecido: ser amada de verdade.

No entanto, por ironia do destino, ela se apaixona irremediavelmente por Rogerio Mortimer, um dos nobres da corte inglesa e inicia com ele um romance secreto e tórrido, que depois de algum tempo é descoberto pelos dois reinos. Mas seu marido, o rei Eduardo, não quer tornar-se motivo de chacota e tenta de todas as formas possíveis acabar com aquele romance escandaloso. Por outro lado, Mortimer é barão de Wigmore e pertence a uma das mais antigas famílias do reino. Ele é muito respeitado e eles enxergam a possibilidade de afastar Eduardo do trono, colocando o filho mais velho em seu lugar e Isabel como regente.

Para reunir forças, Mortimer e Isabel vão para a França, onde o trono está ocupado por seu irmão mais novo, Carlos VI, que herdou o trono após o reinado de apenas cinco anos de Filipe V.

Depois de algum tempo, quando eles retornam à Inglaterra, o rei Eduardo é preso e Isabel tem a chance de realizar seus planos, mas ela e Mortimer também tinham muitos inimigos e tudo vai por água abaixo. Eduardo II morre na prisão e seu filho mais velho sobre ao trono, tornando-se Eduardo III. Logo depois, Eduardo se casa com Filipa de Hainaut, decidido a ter uma família normal e feliz, diferente do que sempre vivenciou com seus próprios pais.

Porém, devido ao fato de ser tão filho da França como da Inglaterra, Eduardo III torna-se mais uma ameaça ao reino francês, uma vez que decide reivindicar o trono da França logo após a morte de Carlos VI, seu primo. Assim teve início a Guerra dos Cem Anos entre a França e a Inglaterra.
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Tulliu Cardia 09/08/2013

Achei o pior até agora. É meio arrastado em grande parte do livro.

Galera, se tiverem interesse, leiam meus livros e contos, disponíveis no Wattpad (gratuito)! Vocês vão curtir! Valeu!

site: https://www.wattpad.com/user/TulliuCardia
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Valeria 29/01/2014

INTERESSANTE
Achei a leitura muito interessante, muito boa mesmo , vou ler os outros livros da serie , dizem que este é o mais fraco de todos , mas eu gostei muito da aula que nos da dos reis da frança, Inglaterra e de outras historias que nem imaginamos que aconteceram de verdade , muito boa leitura e muito instrutiva .
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Janinha 14/05/2014

O meu favorito!
O quinto livro da série Os Reis Malditos relata a história de Isabel de França, filha de Felipe, o Belo e delatora da traição de Margarida e Branca. Porém, eis que a mesma se apaixona por Roger Mortimer e comete o mesmo adultério que tanto condenou em suas cunhadas.

Meu favorito, por enquanto, A Loba de França possui uma diferença na narrativa e dá um salto de alguns anos no que se refere A Lei dos Varões. No início, essas mudanças acabam por prejudicar um pouco a leitura, porém, nos acostumamos com a diferença no decorrer das páginas. A Lei dos Varões termina no início do reinado de Felipe V e A Loba de França é iniciado durante o reinado de Carlos IV.

As intrigas foram muito bem orquestradas neste livro. Com doses iguais de amores, traições, tristezas e maquinações, para mim, o livro se destacou na série pelo fato de ter de tudo um pouco, não se detendo demais em algum aspecto.

Coisa de que não me canso de falar, é da mágica que Druon imprime em suas frases, fazendo-nos gostar de todos os personagens e nos proporcionando um misto de sentimentos, dos quais, nenhum foi maior do que a tristeza que tive por ler o destino de Maria de Cressay.
Identifiquei-me com ela desde o início, e para mim, é uma das melhores personagens, ao lado de Isabel de França e Robert D'Artois.

Minha predileção por este volume, se dê, talvez, por me interessar mais pela história inglesa.
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Jansen 27/02/2022

A Loba de França, Rainha da Inglaterra pelo casamento com Eduardo II e filha do grande rei francês Felipe o Belo. Esta rainha sofreu muito com seu marido que tinha um amante, seu favorito na corte e pelo qual fazia tudo que lhe fosse pedido pelo amante. Ela era maltratada pelo favorito, sua família e pelo rei, que a desprezava. Irmã do rei da França, solicitou seu apoio contra o marido cruel. Não obtendo nada de concreto resolveu ir para a França e se abrigar com seu irmão. Lá conseguiu apoios, mesmo contrariando a vontade do Rei Felipe, e voltou à Inglaterra para derrubar seu marido e entronizar seu filho.
Em França as intrigas e lutas entre os nobres sob um rei incompetente e burro, corriam soltas. É um livro interessante na medida em que nos mostra o que é um regime absolutista e as crueldades e desmandos que acontecem. Apesar da imperfeição da democracia este é um regime muito mais humano e honesto.
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Brunov 12/03/2022

O jogo vira, né parsa?
Quinta parte da heptalogia.

Esse romance teve um personagem em arco heroico e é mais um que até dá pra ler separadamente sem muito prejuízo, porque é a hora dos ingleses entrarem na história de volta e pra valer com seus contrastes e relação aos franceses, embora evidentemente só seja completo em conjunto.

Maurice Druon usa menos contradições para descrever os sentimentos e isso permite ele desenvolver passagens profundas mais longas, sobretudo acerca do amor, onde aparece um casal mais sintonizado do que Guccio e Maria ou Luis e Clemência e isso foi o que mais me pegou.

Apesar disso a banalização do sofrimento alheio ainda está no ar, inclusive advinda dos plebeus. Os preconceitos da época são suavizados para não tornar pesado demais. O dilema de João XXII e a vingança de Guccio foram momentos marcantes em uma pessoa sabe que está tomando uma decisão muito séria.

Como sempre a aula de história nas notas no final são um complemento indispensável e eu achei que tem menos frases de efeito curtas que se possa descatar, mas tem umas sequências de parágrafos impactantes.

(Semi off: acho que a origem do lendário "matar o rei não, é crime" VS "matar o rei não é crime" tão usado nas aulas de uso da vírgula se mostra aqui. Ainda que não seja, 'bonum est' ;)

E tOma-lhe chiifres!
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