Austenland

Austenland Shannon Hale




Resenhas - Austenland


10 encontrados | exibindo 1 a 10


Florinha 19/01/2021

Péssimo
Achei o livro completamente entediante, muito lento demorei mais de quatro meses para terminar um livro pequeno, além disso tive muita vontade de abandonar. As vezes a leitura andava vinte páginas mas empacava de novo.
Os personagens são horríveis, nenhum é realmente interessante e o triângulo amoroso é de chorar de decepção, a personagem principal nem se fala, super carente de personalidade e completamente influenciável.
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giovanna.cristi 16/04/2020

Muito bom
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Brubs.Martins 01/12/2018

Mr. Nobley
Muitas diferenças do filme, porem uma leitura super agradável.
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Beatriz 24/04/2016

Um dos motivos pelos quais esse livro entrou na minha lista de favoritos foi que ele conseguiu ser tão bom quanto o filme. É muito raro ter livros e filmes que não são semelhantes, mas conseguem ser igualmente maravilhosos.

"Austenland" foi uma leitura rápida, fácil e maravilhosa pra equilibrar o estresse do dia-a-dia. Eu me vejo muito na personagem principal e adorei ter novos ângulos por onde olhar a história (algo que o filme não conseguiu capturar tão bem).

Acho que minha única reclamação ao livro é que ele não foi longo o suficiente. A autora poderia ter brincado mais com os detalhes... Mas de qualquer forma, eu adorei a leitura e espero poder encontrar outros livros da Shannon Hale por aí.
Camila 25/04/2016minha estante
Mulher não diz essas coisas que assim a minha vontade de ler esse livro só aumenta!




Nat 03/10/2013

Jane Hayes tem 33 anos e é completamente aficcionada pelo Mr. Darcy de Colin Firth. Ela vive fantasiando sobre os personagens masculinos de Jane Austen, principalmente sobre Darcy. Ela herda de uma parenta distante uma visita com tudo pago para Pembroke Park, Kent, na Inglaterra, um resort ultra-chique onde os convidados se vestem, falam, pensam e agem semelhantes aos personagens de Jane Austen. Decidida a superar sua paixão totalmente platônica por Mr. Darcy, a qual detonou praticamente todas as suas relações amorosas, Jane se permite essa última indulgência. Lá, ela recebe um novo sobrenome, Erstwhile, e aprende as regras do lugar. No entanto, rápido ela descobre que nem tudo é o que parece. Jane acaba se tornando obcecado por um dos jardineiros e irrita-se com as tentativas das outras convidadas em conquistar um homem.

Mr. Darcy. Se alguma janeite no mundo nunca sonhou em encontrar o seu próprio Darcy levante a mão. Principalmente depois da famosa cena do lago protagonizada por Colin Firth. Considero esse tipo de história como uma viagem no tempo, e como toda viagem no tempo que se preze, tem que ter confusão. Jane Hayes é divertida, e o fato de sua obsessão com Darcy ter levado ao fracasso sua vida amorosa é tão engraçado quanto problemático... Leitura muito indicada.


site: http://meucantinholiterario.blogspot.com.br/2013/09/austenland-shannon-hale-p-bicentenary.html
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Juliana 05/09/2013

Para passar o tempo
Uma leitura leve e descompromissada, sem muita necessidade de se prender a determinadas frases, ou eventos na trama.
Para mim que gosto muito dos livros da Jane Austen, o livro teve um brilho a mais, e um pouco de lição de vida. Mas acredito que isso não ocorrerá para a maioria das pessoas.
Leia se quiser rir e ver um final feliz! Para os dias chuvosos é perfeito!
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PorEssasPáginas 25/03/2013

Resenha Austenland - Por Essas Páginas
Esse post era pra fazer parte da nossa Semana Orgulho e Preconceito, mas as coisas tomaram uma proporção tão grande que resolvi deixar pra outro momento. Austenland começa com nossa apresentação à Jane Hayes, uma jovem completamente obcecada por Orgulho e Preconceito, e principalmente, Mr. Darcy. Ao receber sua mãe e uma tia distante em sua casa, Jane percebe que sua tia encontrou seu DVD de Orgulho e Preconceito (a série de 1995) escondido no meio de suas plantas. É aqui que vem minha primeira implicância com o livro: Jane é apaixonada pela série mas esconde seu DVD. Honestamente, eu não consigo respeitar uma fã de Jane Austen que precise fazer isso pra se auto-afirmar, como se gostar de Orgulho e Preconceito fosse o mesmo que gostar de 50 Tons de Cinza. Outra coisa que me incomodou bastante foi o fato de Jane acabar com A Abadia de Northanger, dizendo que é o pior livro de Austen, que não consegue gostar da escrita nem do estilo. Não vou entrar no mérito da questão, mas esses detalhes foram o suficiente para que eu me decidisse contra Jane Hayes.

De qualquer forma, sua tia morre e deixa para Jane uma viagem com tudo pago para a Inglaterra, mais especificamente para Austenland – um resort que promete uma experiência típica da Regência. Ao chegar em Austenland, Jane tem que deixar para trás seu nome, idade, eletrônicos e roupas do século XXI e se transformar em uma verdadeira dama. Mas essa tarefa é dificultada por Martin, o jardineiro de Austenland, que gosta de basquete e tem uma televisão – duas coisas que juntas realmente atraem Jane e fazem com que ela se arrisque sair da mansão à noite. Mas como nada poderia ser muito fácil, ela é vista por Mr. Nobley – um dos “hóspedes” de Austenland e que não é particularmente amigável com Jane.

“It is a truth universally acknowledged that a thirty-something woman in possession of a satisfying career and fabulous hairdo must be in want of very little.”

Apesar da minha antipatia inicial, li o livro em dois dias. É uma leitura fácil e aprazível, uma vez que a gente releva o que citei ali em cima, e realmente nem todo mundo se incomodaria com esse tipo de coisa. E Jane Hayes subiu um pouco no meu conceito durante sua estadia em Austenland, quando finalmente consegue deixar de se importar com o que os outros pensam e aproveitar o que a vida tem a oferecer. Em alguns momentos eu quis jogar o livro na parede (como em uma das cenas finais), mas em outros eu não conseguia parar de rir. É uma história previsível mas agradável, boba mas bonitinha e se você gosta de Jane Austen e tem a mente aberta, certamente vai gostar de Austenland e suas diversas referências não somente à Orgulho e Preconceito mas também à outras obras de Miss Austen.

O livro conta com uma adaptação cinematográfica prevista para chegar aos cinemas ainda esse ano, com Keri Russel (sim, a Felicity!) no papel de Jane Hayes, Bret McKenzie como Martin, e J.J. Feild (Mr. Tilney na adaptação de A Abadia de Northanger) como Mr. Nobley.

Resenha original em http://poressaspaginas.com/resenha-austenland
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kkqueiroz 17/06/2012

Leitura sem compromisso
Com final razoável, esperei que, no desenrolar da história, os personagens secundários fossem melhor aproveitados e isso "apimentasse" mais a história. Não se trata de um livro marcante; serviu apenas como leitura sem compromisso.
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Coruja 01/08/2011

Confesso que não estava esperando muita coisa desse livro – na verdade, ele só passou à frente na minha lista de prioridades porque vi a notícia de que seria lançado um filme ano que vem inspirado nele, e isso me deixou curiosa: uma vez que Stephanie Meyer é a produtora do filme, fiquei pensando que o Mr. Darcy dessa história talvez brilhasse no escuro.

Ainda assim, a forma como comecei esse volume é interessante... eu estava lendo Assombrações do Recife Velho de Gilberto Freyre e, embora o livro fosse maravilhoso, chegou um certo ponto em que me toquei de que (1)todo mundo tinha ido dormir, (2)uma tempestade furiosa lá fora estava fazendo janelas e portas balançarem criando barulhos estranhos e, (3)de uma forma geral, a qualquer minuto apareceria uma alma penada como as que assombravam os casarões que Freyre descrevia.

Destarte, antes que minha imaginação hiperativa produzisse algum fantasma ou eu entrasse num surto histérico ou coisa parecida, larguei Freyre e peguei o próximo livro da pilha junto à minha cabeceira. Minha idéia era começar a ler alguma coisa açucarada e bobinha que me relaxasse o suficiente para que o Boca de Ouro não aparecesse em meus sonhos.

Devia ser umas dez da noite quando comecei o livro... e a cada página virada eu dizia ‘só mais uma depois vou dormir’ ou ‘ainda é cedo, mais um capítulo’ e quando vi eram quatro da manhã: em duas horas eu tinha de estar pronta para sair para o escritório, mas eu não estava nem aí, sorrindo com um sorriso besta de quem foi para o sétimo céu e voltou.

Pois é... Austenland é o tipo de livro que faz você perder completamente a noção da hora e não larga até terminar – e quando termina quer começar tudo de novo enquanto arruma as malas para passar uma temporada no bendito resort também.

Ok, então... Jane Hayes tem um vício: Mr. Darcy. Mas não qualquer Mr. Darcy e sim o interpretado por Colin Firth na série de 95. Toda vez que Lizzie e Darcy trocam aquele olhar por cima do piano, depois que ela socorre Georgiana, Jane derrete-se em seu sofá.

Essa obsessão, contudo, chegou a um ponto que Jane continuamente se sabota em seus relacionamentos – os homens que encontra em sua vida real estão aquém de sua própria intensidade romântica e têm o grande, enorme defeito de não serem Mr. Darcy.

Jane reconhece isso e está disposta a mudar e deixar de lado todos os seus sonhos austenianos para trás e embarcar na ‘realidade’, quando recebe um inesperado legado no testamento da tia-avó: uma viagem de três semanas para um resort inglês no qual os hóspedes mergulham completamente num mundo criado pelos livros de Austen.

Não estou brincando, é uma imersão total MESMO.

Agora, antes que vocês comecem a fazer fila e perguntar onde providenciar as reservas, tentem se lembrar das inúmeras restrições às mulheres da época – e que Jane percebe muito bem ao longo de sua estadia em Austenland.

Você começa tendo de entregar todos os aparatos tecnológicos e roupas modernas que possui, incluindo aí as roupas de baixo. É obrigado a aprender um tanto de etiqueta da época e depois despachado para o seio de uma família de atores, que dali por diante representará sua própria família.

Assim, Jane vai passar três semanas com os tios ingleses que estão hospedando Miss Charming, Coronel Andrews e Mr. Nobley. Para completar, temos um jardineiro bonitão chamado Theodore (nome verdadeiro: Martin) e uma penca de situações farsescas emulando cenas de todos romances de Austen.

Como não podia deixar de ser, no momento em que Jane jura que vai desistir dos homens em geral – e daqueles que usam casaca, em particular – ela passa a ser disputada pelo jardineiro e por Mr. Nobley, que faz as vezes de Mr. Darcy à perfeição.

Mas onde termina fantasia e começa a realidade? Como você pode acreditar em sentimentos surgidos enquanto estava atuando? E, afinal de contas, você estava realmente atuando o tempo inteiro?

Austenland é uma história leve, gostosa de ler, que em nenhum momento subestima a capacidade de seu leitor. Surpreendeu-me da melhor forma possível. Considerando que vai ter filme, eu não duvidaria da possibilidade de vermos esse título sair em português por aqui. Seria uma excelente pedida.

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Fanny 15/07/2010

Jane austen em todo lugar!
Você encontra mais resenhas como essa no : www.orestaurantedofim.blogspot.com

Shannon Hale começou a aparecer muito na minha vida, depois de ter visto em muitos lugares a menção de seu outro livro Academia de Princesa eu fui atrás pra conhecer um pouco mais sobre a autora, e descobri esse livro, Austeland, e já me encantei de cara pela sinopse do livro.

Jane Hayes, é uma nova yorkina de 30 e poucos anos, que tem uma carreira de sucesso mas não tem sorte com nenhum dos seus namorados. O fato de estar ainda estar solteira, está ligado ao fato dela ter uma paixão platónica pelo Mr. Darcy, personagem do livro Orgulho e Preconceito de Jane Austen.

Ela tem até os DVDs da série, que trás Colin Firth como Mr. Darcy (Ele está realmente maravilhoso, não é difícil, se apaixonar por ele), e quando sua tia morre, sabendo da obsessão da sobrinha, resolve deixar como herança uma viagem com tudo pago para Austenland.

Austenland como o próprio nome já diz, é uma pousada no interior da Inglaterra, super secreta e exclusiva, aonde as mulheres são levadas para o século 19 e devem se comportar como a época. Das roupas ao jeito de falar, tudo é muito fiel e é nesse ambiente, cercada por atores habilidosos, mulheres tão sonhadoras quanto ela e regras rígidas para tentar manter o clima, que Jane passará duas semanas.

Prometendo a ela mesma, que essa será uma chance de dizer a adeus de uma vez a sua obcessão, ela resolve entrar no clima e aproveitar. Mas ela mesma não consegue saber o que espera esses dias para ela.

Eu gostei muito da proposta do livro, mulheres que acham o Mr. Darcy o melhor partido tem aos montes ( Eu, por exemplo), então você consegue simpatizar com a Jane de cara, e em cada capítulo podemos ver um resumo de cada namorado que la já teve, e não dá para não sentir uma pontinha de dó da personagem.

Além disso gostei da ideia de explorar essa imersão completa em praticamente outro mundo, duvido que qualquer um que passasse por um experiência assim, voltaria do mesmo jeito. Imagina duas semanas longe de tudo, TV, computador, celular, ter que viver uma outra realidade e ainda por cima ser cortejada por vários atores treinados para isso.

Para quem conhece a Orgulho e Preconceito, já sabe desde o começo quando Jane conhece O Mr. Nobley, que ele será o cara que conquistará o coração de Jane, em uma das primeiras conversas dos dois, é possível ver a semelhança de uma conversa que Elizabeth Bennet tem com o Mr. Darcy no livro original.

Mas achei que a autora não utilizou todos as oportunidades para criar o livro memorável que poderia ter sido esse. Achei tudo um pouco ralo demais. A ideia é muito boa, mas parece que ela resolveu explorar muito pouco dela, e infelizmente deixou o livro um pouco parado e em algumas partes previsíveis, demora um pouco para o livro engrenar, e em algumas partes só consegue prender a atenção de quem aprecia os detalhes desse período e Austen.
Lisse 29/01/2011minha estante
Oie Fanny, adorei sua resenha e achei a proposta do livro muito boa. Que peninha quando chegou no final e vc não gostou muito. Mas tudo bem, nem sempre o livro tem que ser perfeito, mas esse deve ter seus pontos fortes né??

Obrigada por essa resenha maravilhosa sobre a linda Jane Austen que eu amuuuu.

XOXO, da Lisse


*Vivi* 19/04/2012minha estante
Eu li todos os livros da Shannon Hale, eu gosto muito dela... comecei por Austenland, é bom saber que não sou a única brasileira! =D




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