Um Cavalheiro em Moscou

Um Cavalheiro em Moscou Amor Towles


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Resenhas - Um Cavalheiro em Moscou


5 encontrados | exibindo 1 a 5


Marcos.Aurelio 19/04/2018

Maravilhoso
Que livro bom de se ler. Daqueles que quando acaba você sente falta. Adorei.
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Mirella.Maldonado 25/04/2018

Que livro maravilhoso!! Leitura meio lenta no início, mas com um final surpreendente !
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Camille.Pezzino 01/05/2018

OS DOMÍNIOS DE UM CAVALHEIRO
Certa vez, uma menina da minha turma de ensino médio questionou uma professora minha a respeito da diferença entre cavaleiro e cavalheiro. Sem aprofundamentos, essa minha colega de turma conseguiu a explicação que desejava, afinal, o primeiro é aquele que anda a cavalo e o segundo, é o educado, conhecido também como gentleman.

Embora ela estivesse saciada com a resposta, eu não estava - na verdade, geralmente uma afirmação simples me sacia - nem um pouco. E, automaticamente, acreditei que cavaleiro e cavalheiro fossem palavras de origem parecida ou comum, porque isso fazia sentido (sem aprofundamentos também, porque eu sempre fui preguiçosa). Depois de um tempo, eu esqueci, mas, com a leitura de Um Cavalheiro em Moscou, eu me recordei dessa história.

Ao invés de fazer uma mera explicação etimológica provinda direto do Houaiss - que também não deixa de ser a fonte desse texto -, vou tentar explicar o sentido dessa origem. A primeira palavra a surgir foi cavaleiro, do latim "caballarius, i", que era um palafreneiro (um homem que conduzia ou montava o palafrém, um cavalo dedicado aos nobres, reis e clero por ser essencialmente manso) ou um escudeiro.

Esse homem, já distinto de origem e com possibilidades de estudo, tinha certo refinamento ao contrário dos demais subalternos, que não andavam a cavalo e, muitos, eram considerados guerreiros até bárbaros (principalmente, os inimigos que estupravam e assassinavam camponeses).

No entanto, na língua portuguesa, a diferença entre cavaleiro e cavalheiro não veio diretamente do latim, na verdade, veio do espanhol "caballero" porque, na época em questão, na Península Ibérica, numa reconquista militar e religiosa, o termo começou a ser utilizado para diferenciar as classes sociais e também dar um status ao cavaleiro como um homem nobre, gentil e educado. Isso se dava porque o cavaleiro - que era um cavalheiro de acordo com a sua distinção social - era capaz de proteger os incapazes, ao contrário dos demais.

Contudo, Um Cavalheiro em Moscou, embora mostre em parte essa aristocracia cavalheiresca bem característica e presente durante todo o enredo, é um livro escrito por um americano chamado Amor Towles que titulou o livro A Gentleman in Moscow, logo, o que pode melhor definir é a etimologia da palavra gentleman.

PARA SABER MAIS: http://grupocanetatinteiro.com.br/resenha-35-os-dominios-de-um-cavalheiro/

site: http://grupocanetatinteiro.com.br/resenha-35-os-dominios-de-um-cavalheiro/
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Vivi 14/09/2018

Em 1917 mais ou menos houve o fim de 400 anos de monarquia e muitos aristocratas passaram a ser perseguidos alguns executados e por ai vai.
E é ai que entra o nosso queridíssimo Conde Aleksandr Ilitch Rostov.
Ele perde toda a sua fortuna, o seu poder , seu prestigio e é condenado a prisão domicilar pelo resto de sua vida no Hotel Metropol. E isso graças a algumas pessoas que lhe tinham carinho mesmo a distancia caso contrário seu fim ia ser terrível.
Eu me prendi muito a uma resposta dele sobre sua ocupação quando perguntado pelo juri e pensei.... esse livro vai ser um saco!
Afinal viver na nobreza e depois ter o resto de sua via em praticamente um porão minúsculo de um hotel vai ser só lamúrias.
A resposta foi. L.. Não convém um cavalheiro ter ocupação.
Pensei... nossa vai ser desgraça sobre desgraça. O cara vai ser um pedante e por ai vai. E ai foi a grande sacada do autor.
Ela mostra as transformações politicas ( bem de passagem) e como foram afetados com tudo isso.
Mas a guinada vai muito rápida para não se tornar deprimente a vida dele.
Momentos agradabilíssimos no hotel nos sao apresentados passa a ser o pano de fundo do enredo. O conde vive varias aventuras por lá , passamos a conhecer muitos tipos de funcionários, coisas que antes para Conde era só nos bastidores se torna a vida dele. Não temos um personagem X para marcar junto a ele todos vem e vão muito rapido. Como funciona o hotel. E ele nos mostra de uma maneira simples , culta e classica como levar a vida na suavidade apesar não parecer haver esperança alguma.
Quer relaxar e ter momentos prazerosos com essa leitura??
Um bom vinho ou chazinho delicioso e um momento tranquilo. Pois isso é a combinação perfeita para conhecer esse homem incrível.
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Glau 08/09/2018

Um livro charmoso
"Um cavalheiro em Moscou" apresenta um personagem gentil e bem educado que recebeu a sentença de passar o resto da vida em um hotel de luxo, em Moscou. A rotina dele, então, passa a ser contada de maneira leve, de forma que podemos mergulhar no cotidiano dos personagens que vivem a história. O "Conde" é quele tipo de personagens que não esquecemos, com o qual temos vontade passar horas conversando.
Uma leitura que vale a pena!!! O desfecho surpreende!
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