Confessions of a Shopaholic

Confessions of a Shopaholic Sophie Kinsella




Resenhas - Confessions of a Shopaholic


10 encontrados | exibindo 1 a 10


SabrinaTinoco 02/12/2010

Sophie Kinsella para adolescentes
Nunca tinha lido nenhum livro dessa autora e ganhei esse livro de presente. Pela (boa) fama de ambos (autora e livro), fiquei um pouco decepcionada, pq achei a historia bem bobinha (o filme tb é fraquinho). Acho q é uma leitura mais recomendada mais para adolescentes - não que eles sejam bobinhos - mas para aqueles que já passaram dos 16 pode se tornar um pouco entendiante!
sonia 28/04/2013minha estante
ás vezes tudo o que a gente precisa é de um livro bem bobinho mesmo... quando a gente se sente sufocada por este mundo capitalista.




Raquel T Moura 10/12/2009

A Becky é beeeeem irritante pra falar a verdade... Simplesmente não tem NOÇÃO das coisas! Mas também é um amorzinho e é engraçada... Não é, na minha opinião, a melhor história da Sophie Kinsella, mas é um bom livro.
Kaká 29/09/2015minha estante
Raquel, eu estava lendo esse livro, mas nao aguentei a Becky. Como vc mesmo disse, ela eh MUITO sem nocao!!!!! Me irritou demais, ai parei de ler... hehehe =P




Denise 25/02/2010

Delírios de consumo de Becky Bloom
Adorei! Me identifiquei bastante com a Becky! Não vejo a hora de ler os outros livros! /o\
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Bárbara 30/09/2010

Confessions of a Shopaholic – Sophie Kinsella
Quem não gosta de comprar? Fala sério, né? Acho que muita gente por aí é apaixonado por isso. Por comprar o que gosta. Confesso que, pessoalmente, sou viciada em comprar livros.
Becky Bloom é viciada em comprar roupas, sapatos, maquiagem, revistas, ou qualquer coisinha que esteja em sua frente. Quando ela está triste, ela compra uma coisinha que a alegre. Ela vai atrás de promoções e gasta com o que quer que seja, sempre usando o seu cartão de crédito.
O ruim, pra ela, é que, no final do mês, a conta chega. Ela consegue ir levando por um tempo, pagando apenas a taxa mínima, mas depois, chega uma hora, que ela não consegue mais pagar absolutamente nada. Becky foge do gerente do banco como doida. Inventa mentiras atrás de mentiras, apenas para não precisar pagar as contas. E isso porque ela é uma consultora financeira de uma revista.
Até que tudo realmente não dá mais certo. Ela não consegue mais se esconder e acaba tendo de fugir – para a casa dos pais.
Depois disso sua vida dá uma reviravolta e tudo parece começar a se encaixar.

[...]http://babilorentz.com/?p=525
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Re 08/11/2009

Eu comecei a ler esse livro sem dar muito por ele...mas acabei me apaixonando.
Becky Bloom é simplesmente uma das personagens mais cativantes que já vi. E, tem como não amar uma personagem que é a contradição em pessoa?
Ao mesmo tempo que os problemas dela são reais, ela é de uma inocência tão surreal que quase chega a ser mágica.
E o melhor é que os livros seguintes não decepcionam!
Recomendo muito pra quem quer uma dose de humor na vida.
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May Scruz 28/07/2014

Argh



Oi, galera. Tudo bem!??

Não posso afirmar que esta é uma resenha, pois eu não irei me ater ao conteúdo do livro em si. Dizendo o a premissa e o que acontece com a personagem principal. Já começo o post dizendo que eu não gostei do livro e esse é o conteúdo dessa resenha.

Essa é uma das poucas vezes que eu posso afirmar que o filme é melhor do que o livro. Eu ganhei este livro no fim do ano passado(eu ganhei em inglês, por isso o título com os dois nomes), já tinha visto o filme e quis ler o livro (eu já tinha lido "Fiquei com o seu número" da mesma escritora e até achei engraçado) aí quis ler o original, pensando que "o livro sempre é melhor que o filme".
Rebecca Bloom é uma jornalista especializada na área de finanças e uma compradora compulsiva. Na realidade, ela nada entende de economia, apesar de trabalhar no ramo, vive fugindo do gerente de banco e inventa meios malucos de conseguir pagar seu cartão de crédito. Romance de estréia de Sophie Kinsella. - Skoob

Vou confessar que a minha decepção foi enorme, eu sabia do que se tratava o livro mas eu não havia imaginado o quão irritada eu ficaria com essa caricatura ridícula feita no livro. Isso me despertou para o fato de que é o segundo livro que leio da autora e as personagens se assemelham em estupidez. Entendo que o exagero faz parte do humor, mas ler um livro em que a personagem não amadurece durante a narrativa é frustrante. Sem exageros, ela fica menos pior nas últimas 30 páginas do livro, terminei mais por obrigação do que por diversão, ainda deixei alguns dias de longe por falta de vontade de ler.

Gosto de personagens fortes e destemidas. Mesmo em um Chick-Lit eu acredito que cabe uma mulher assim, afinal de contas é um livro de mulheres escrito por mulheres, geralmente. Então porque fazer essa imagem exagerada e estúpida da figura feminina e não uma personagem forte que vai se desenvolvendo e crescendo junto com a narrativa? O intuito é o humor, que haja humor, mas que haja um humor crível, já que este tipo de literatura narra o cotidiano da mulher moderna.

Fica aqui minha opinião, não gostei e não tenho a mínima vontade de ler os outros livros da série da Becky Bloom. Talvez eu ainda dê outra oportunidade para a escritora lendo algum outro título, mas por hora eu só posso externar minha decepção. O filme é bem mais divertido, isso eu garanto.
Quanto ao nível do inglês, achei tranquilo. Pré Intermediário.

Beijos e até a próxima!


site: www.ensaiodemonomania.blogspot.com.br
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LUL 18/11/2010

Olha só. Sou fã desses livros bobinhos.
Desses que descrevem os lugares e roupas bonitas e que não te adicionam nada, só aquela vontade de conhecer O cara. Então, sou fã.
Mas pra tudo existe um limite.
Ao ler Becky Bloom, as únicas coisas que não me saiam da cabeça a cada nova fala/ação da personagem eram: burra, idiota, retardada. Porque, de boa, inocente tá beirando ao ridículo no caso dela.
Se você gosta de histórias em que as coisas vão ocorrendo fruto de um esforço que faz sentindo e esse não é falso demais, desista desse. Sério

E se você tá pretendendo ler achando que tem ALGUMA COISA a ver com o filme, desista. Qualquer semelhança será um milagre...

(para quem leu o livro e gostou, não me mate. Tem o que se salvar no livro. Tipo a descrição dela fazendo compras quando tá deprimida -e eu não sei pq, Ô mulher dramática- ou quando ela descreve o Luke -mas dai eu não se é pq a ideia de personagem é o ator do filme pra mim)

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PamMachado 28/01/2011

Amei!
O livro que me fez rir muito, me identificar (e muito!) com Becky Bloomwood e que me fez pedir de presente todos os outros livros da coleção. Super divertido, prende sua atenção e dá vontade de ler e reler!
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Jackie 19/03/2011

O livro me deixou sem saber se eu amo a personagem principal Becky ou se a odeio. Ela é engraçada, divertida, mas tem atitudes tão infantis e insensatas que na maior parte ddo livro tenho vontade de bater nela rs O que me conforta é que mesmo o 1º livro não sendo tão bom quanto os demais da série, é ele que nos apresenta o início de Becky Bloomwood. Se você ler este com toda certeza vai querer ler os demais, nem que seja só pra saber o que aconteceu com essa criatura louca que é Becky.
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22/02/2016

Becky Bloomwood é uma jornalista insatisfeita e cabeça de vento que trabalha para uma revista de finanças, mas isso não poderia ser mais irônico. Ela adora torrar dinheiro – com todo tipo de coisa –, mas o grande problema é que ela não tem como bancar esse hobby. Não tem lá muita noção do quanto gasta e continua gastando mais ainda, usando o ato de gastar como desculpa para qualquer coisa chatinha que aconteceu no dia. Sabe aquela velha desculpa de “mas eu mereço!”? Então, mas ela leva isso ao nível super hardcore!

Acho um sarro as desculpas que ela dá pra ela mesma do porquê deve comprar tal coisa – tudo é um investimento na visão dessa mulher! – ou as desculpas para não abrir as correspondências de cobrança, socando-as no fundo da gaveta ou jogando as malditas em algum buraco na rua, “afinal, se eu não li, não posso ser culpada, correto?”. Ela enterra, literalmente, os problemas.

Apesar de não chegar a esse ponto, eu me identifico bastante com a protagonista, principalmente quando ela começa a descrever a sensação de entrar numa loja e achar alguma peça em especial, com um rótulo de PROMOÇÃO ainda por cima. Ou quando quer porque quer sair do shopping com alguma peça para ficar feliz. Quem nunca?

Muita gente não gosta da Becky, justamente por ela ser assim, tão irresponsável, mas isso não me incomodou tanto. Talvez um pouco nas partes em que ela mente para os pais, falando que tem um stalker (quando na verdade é o gerente do banco cobrando os débitos de sua conta), ou quando mentiu para o Tarquin, seu date, a respeito da fundação beneficente da sua tia imaginária.

Tem umas partes meio sem noção e nada reais, tipo esse gerente que fica fazendo essas cobranças, a princípio através de cartas, mas depois vai atrás dela PESSOALMENTE. Será que não existe uma espécie de Serasa no Reino Unido? Ou aquele debate no programa de TV, na qual o Luke é seu adversário. Ela não só consegue ganhar o argumento, como conseguiu um quadro nesse programa de TV e um futuro marido. Mas mesmo assim, me diverti horrores e consigo relevar essas partes.

Reli pela primeira vez depois de oito anos e continuo achando a Becky Bloomwood uma figura. Que livro gostoso de ler!

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