Revelações Sobre o Amor Divino

Revelações Sobre o Amor Divino Juliana de Norwich




Resenhas - Revelações do Amor Divino


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Janaína Calmet 16/08/2020

"Pois essa é a causa pela qual não estamos todos nós no conforto do coração e da alma: procuramos descansar naquelas coisas que são tão pequenas e em que não há descanso, e não em conhecer nosso Deus que é Todo-Poderoso, Todo-Sabedoria, Todo-Bondade, pois ele é o real descanso."
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Cris 26/12/2020

Bom
Livro muito profundo da mística Juliana. O amor divino é comparado ao amor da mãe pelo filho: amor incondicional do Criador pela criatura frágil e pecadora. Recomendo a leitura.
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Valério 19/02/2023

Relato profundo
Poucas leituras religiosas conseguem atingir profundidade e me passar a sensação de aproximação da verdade como este livro o fez.
Apesar de a técnica da escrita ser amadora, o conteúdo é de grande sabedoria teológica, não recomendado para quem não profundidade espiritual. Os relatos do livro confirmam diversos pontos da minha Fé, mesmo em trechos que a própria Juliana parece não perceber o alcance e profundidade das revelações. Afinal, escreveu o livro no século XIV, com visões ainda eivadas por uma Igreja que passava por um período turbulento de sua história.

Grata surpresa, certamente complementará a Fé de muitos com conceitos que podem ser compreendidos e confirmados no Evangelho e, também, na doutrina espírita, bem como em outras linhas de pensamento teológico/religiosos.
Tal como a necessidade do mal em nossas vidas e a importância e significado de sofrermos para evoluirmos e nos aproximarmos de Deus.

Feliz por essa obra chegar em minhas mãos somente agora e não há 20 anos atrás, quando eu ainda não tinha o cabedal teológico para refletir, comparar e concluir o que li.
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LuaTeresa 08/12/2022

Eu amei esse livro. O que chamou minha atenção é como essa mística enfatiza o amor de Deus por cada um de nós.
Não gosto de reler livros mas com certeza esse eu irei reler. E pretendo comprar o físico.
Escutei a maioria das partes pelo app Alexa da Amazon.
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carolmureb 27/05/2020

Escrito, evidentemente, numa linguagem medieval, mas longe de focar no pecado, insiste e enfatiza o amor. E, por isso, é uma leitura incrivel, que deve ser feita aos poucos, para não cansar, e para que todo amor, nada adocicado, e otimismo diante da nossa condição pecadora e falha, sejam bem percebidos e saboreados. As visões foram da Paixão, logo, do sofrimento, mas toda mensagem é sobre o amor incondicional e infinito de Deus pelo ser humano.
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Marcos606 12/04/2023

Abrange os mistérios mais profundos da fé cristã - como os problemas da predestinação, a presciência de Deus e a existência do mal. A clareza e profundidade de sua percepção, a precisão e exatidão de sua apresentação teológica e a sinceridade e beleza de sua expressão revelam uma mente e personalidade de excepcional força e encanto.

Apresentado em 16 revelações, A Paixão de Cristo é revelada a ela em toda a sua intensidade, mas através dela, Juliana recebe a certeza da infinita gentileza e misericórdia de Deus e de seu amor eterno pela humanidade. Ela também apresenta ideias teológicas originais. Ela vê Deus como amigável, “familiar e cortês” e incapaz de se irritar. Ela descreve Cristo como nossa “mãe” e também como nosso “irmão”, e descreve Deus com qualidades femininas e masculinas. O ser humano só encontra a felicidade unindo-se a Deus por meio da Paixão de Cristo, confiando nos ensinamentos da Igreja e reconhecendo a própria pequenez e insuficiência diante de Deus. Ela chega perto de negar a existência do inferno, já que no último dia Deus poderia nos conceder salvação universal.
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Guynaciria 06/06/2023

Revelações sobre o amor divino /Juliana de Norwich / @companhiadasletra @penguincompanhia / pág. 328

Juliana recebeu 16 revelações de Deus no século XIV, e essas foram devidamente copiadas, dando origem ao livro em questão.

Juliana é considerada a primeira autora inglesa. Ela sofreu muito com uma doença que poderia ter a levado a morte, e durante esse período teve alucinações/ revelações em que vivenciou a Paixão de Cristo, sua crucificação e principalmente o seu amor pela humanidade.

Diante de tal experiencia, ela resolveu se enclausurar em uma igreja, onde refletiu durante toda a vida a respeito de tão conhecimento adquirido, tentando chegar a um entendimento profundo do porquê Deus escolheu a ela para demonstrar tal experiencia.

Seu conteúdo traz um rol de conhecimentos filosóficos e teológicos, que a autora não possuía, fazendo com que as pessoas próximas se questionassem sobre a origem de tamanho conhecimento.

Para quem é católico, essa é uma obra que vai mexer com seu emocional, uma vez traz conceitos evangélicos profundos. Para quem não é, vale a experiencia de ver a religião sobre um ponto de vista alternativo, mais reflexivo.

#revelações #Deus #amordivino #companhiadasletras #parceria #leitura2023 #autorainglesa #seculoxiv
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Carla.Parreira 24/06/2024

Terminei de ler o livro Revelações do amor divino (Juliana de Norwich). No âmago da narrativa cristã, encontramos indivíduos cujas experiências espirituais profundas e contribuições místicas significativas iluminaram o caminho da fé. Entre essas figuras notáveis está Juliana de Norwich, uma mulher extraordinária que viveu no século XIV e nos deixou um legado de sabedoria e inspiração através de suas Revelações do Amor Divino. Embora seu nome possa não ser amplamente conhecido, a vida e os ensinamentos de Juliana de Norwich são tesouros que merecem ser compartilhados. Juliana de Norwich, também conhecida como Dame Julian, foi uma mística e autora inglesa nascida em 1342. Após uma grave doença, Juliana experimentou uma série de visões e revelações divinas, as quais ela posteriormente registrou nesse livro. Essas revelações desvendam as profundezas insondáveis do amor de Deus e oferecem uma perspectiva singular sobre a natureza da divindade. No livro, Juliana compartilha as visões que recebeu e explora temas como o amor incondicional de Deus, a misericórdia divina, a redenção e a compaixão. Suas palavras são um convite à contemplação e à entrega confiante à providência divina. Juliana nos lembra que, apesar das adversidades e desafios da vida, o amor de Deus é constante e infinito, e Ele está sempre presente para nos amparar em nosso caminho espiritual. Juliana de Norwich aborda de maneira profunda e reveladora a maternidade de Deus. Ela descreve Deus como uma mãe amorosa que nutre, protege e cuida de seus filhos com infinita ternura. Juliana enfatiza o aspecto maternal de Deus para transmitir a compaixão divina e a proximidade que Deus tem com a humanidade. Ao tocar no tema da maternidade de Deus, Juliana de Norwich traz uma perspectiva única para a teologia cristã da época, que era predominantemente centrada na imagem de Deus como pai. Ela destaca que Deus transcende as definições de gênero e se apresenta tanto com qualidades maternas quanto paternas, incorporando, desta maneira, a plenitude do amor. Embora tenha vivido em um período marcado por turbulências e incertezas, a mensagem de esperança e amor de Juliana de Norwich transcende as fronteiras do tempo. Sua devoção à experiência direta com Deus e sua profunda compreensão da compaixão divina a tornaram uma figura central na tradição cristã. Seus ensinamentos têm inspirado muitas pessoas, religiosas ou não, ao longo dos séculos, e continuam a oferecer consolo e encorajamento a quem busca uma conexão mais profunda com a espiritualidade. Melhores trechos: "...Mas o que é Deus? O que é o ser humano? O que é o pecado, o sofrimento? E o demônio? O que é a alma e qual é sua função? Questões como essas vão sendo formuladas e respondidas sutilmente, formando, num sentido não rigoroso, um sistema ou núcleo de uma teologia naturalmente construída a partir do que vai surgindo em sua experiência visionária. Vemos a identificação de Deus como a Trindade, a ideia de que o pecado não pode ser algo e a predestinação ampla, um final feliz para todos os tementes a Deus. Juliana ainda afirma que nada viu e nada sabe de inferno e de purgatório. Vemos, a todo instante, a ideia de que Deus está presente em tudo, sempre... O amor é o que nos mantém atados a Deus e o único modo de nos reintegrarmos à sua natureza divina, na qual podemos vivenciar um sentido espiritual de existência e felicidade, dando significação à nossa vida. Assim entendida, a vida humana é o retorno do amor novamente ao amor, por meio da experiência do amor. Ou seja, o amor desperta o homem para a vida espiritual, é o chamado, e o amor é o caminho e o próprio professor, aquilo que é despertado, ensinado e ensina a cada um de nós. O amor revela e é o que é revelado, sendo representado especialmente como o amor encarnado em Jesus Cristo, cujo mistério é revelar o amor e ser ele próprio o mistério revelado, isto é, o amor. Esse retorno ao amor, o caminho de união com Deus, é o objetivo final. Deus é amor infinito esperando para nos ter novamente junto a ele, pelo ardente desejo de amor que temos em nós e através do qual nos reconfortamos e o buscamos. Somos, assim, o grande tesouro de Deus, amados desde a eternidade... A experiência do amor infinito mostra que Deus não está separado de sua criação, Deus é amor e vida que tudo penetra e mantém..."
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isabelhias 01/02/2024

Cansativo e repetitivo.
O desafio da tradução do inglês médio, por si só, já me fez imaginar que a leitura não seria exatamente fácil, mas eu acabei decepcionada ainda por outros motivos.

A divisão em duas partes concentra, na primeira, o relato mais resumido de suas visões quando esteve doente, e a segunda explica melhor os pontos que a primeira só pincelou. Isso acaba deixando a leitura repetitiva, cansativa, com a impressão de estar lendo a exata mesma coisa várias vezes.

Tentando ver o lado bom, as mensagens trazidas por Juliana realmente são acalentadoras, amorosas, e trazem paz. Mas também me decepcionou ser tão fechadamente católico e com tanta importância para a "Santa Igreja" - o que eu também deveria ter suposto antes, e, se tivesse, teria repensado a leitura.
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