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    Minority Report - A Nova Lei

    Philip K. Dick

    Record
    2002
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-10: 8501065137
    Português Brasileiro
    3.8
    506 avaliações
    Leram803Lendo49Querem708Relendo0Abandonos25Resenhas41
    Favoritos26Desejados708Avaliaram506

    MINORITY REPORT - A NOVA LEI traz uma coletânea de contos de Philip K. Dick, mestre da ficção científica e criador de histórias cultuadas no meio literário e também nas telas, como Blade Runner: o caçador de andróides (baseado no romance Do androids dream of electric sheeps!) e Vingador do futuro (inspirado em Podemos recordar para você, por um preço razoável). O conto que dá nome ao livro, inspirou o cineasta Steven Spielberg a realizar o filme homônimo que chegou aos cinemas estrelado por Tom Cruise. Houve, ainda, outras adaptações de Dick, como Screamers - Gritos mortais e Impostor, sem mencionar a produção francesa Confissões de um doido, sobre a vida nos EUA da década de 1950, e inúmeros projetos que não saíram do papel. Um deles despertou a atenção do ex-Beatle John Lennon.

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    Wállans Farias picture
    Wállans Farias03/09/2009Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Cinco otimos contos e outros cinco pessimos.

    Um livro de contos(10) de Philip Dick. Cinco contos que salvam o livro. Minority Report - A Nova Lei Conto muito bom, mas bastante diferente do filme. Não tenho preferencias, gostei de ambos. Jogo de Guerra Conto meio loco de um brinquedo que "come" outros brinquedos. Estranho esse conto, eu nao gostei. O que dizem os Mortos Nesse conto os mortos continuam com atividade cerebral, inclusive mandando msgs atraves de um sistema ligado ao cerebro e ainda conseguem ouvir o que as pessoas dizem. Conto ruim, nao gostei desse tambem. Ah, Ser um Bolho Conto que fala de um humano que durante umas horas do dia se transforma em uma especie de gosma nojenta (os bolhos) e de uma Bolha que se transforma em humana, nojento tb do ponto de vista dela. Não gostei (novidade)! Podemos Recordar Para Você Por um Preço Razoável Fala de um cara que nao podendo ir à Marte, contrata uma empresa especializada para que coloque lembranças, em sua mente, de uma suposta viajem ao planeta. Muito bom o conto. Tem um filme inspirado nele com o nome de O Vigador do Futuro. Nota 10. A Fé dos Nossos Pais Fala de um regime totalitario que usa alucinógenos em todo o povo para que nao descubram a verdade por trás do partido. Achei meio chato, nao gostei nao. A História que Acaba com Todas as Outras Histórias Um conto(?) de metade de uma folha. Nem da pra avaliar. A Formiga Elétrica Fala de um cara que descobre que ele é uma maquina. Conto bem legal, gostei desse. Segunda Variedade Em um planeta, maquinas assassinas criadas por militares começam a se desenvolver sozinhas criando formas similares aos humanos oq acaba gerando desconfiança por parte de todo mundo. Quem é maquina e quem é humano? O melhor conto do livro. Gostei tanto que ja arrumei o filme Screamers (1995) e Screamers (2009) para ver assim que possivel. O Impostor Fala sobre um suposto espião dos Outspace que chegou a terra e tomou a forma humana de um outro homem. Só que nem mesmo ele, o espião, sabe que é um robo disfarçado. Otimo conto. Um filme com mesmo nome foi inspirado nesse conto.

    12 curtidas

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    3.8 / 506
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas42%
    • 3 estrelas28%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas1%
    Philip Kindred Dick profile picture

    Philip Kindred Dick

    Philip Kindred Dick, também conhecido pelas iniciais PKD, foi um escritor americano de ficção científica que alterou profundamente este gênero literário. Apesar de ter tido pouco reconhecimento em vida, a adaptação de várias das suas novelas ao cinema acabou por tornar a sua obra conhecida de um vasto público, sendo aclamado tanto pelo público como pela crítica e tornando-se um ícone da contracultura. Sua obra é marcada por fantasmagóricas histórias de paranóia e primam pela originalidade. Explorou em muitas das suas histórias temas como a realidade e a humanidade, utilizando normalmente como personagens pessoas comuns e não heróis galácticos comumente associados a obras do gênero. Sua obra mais conhecida em vida foi <i>O Homem no Castelo Alto</i> (1961), vencedor do Prêmio Hugo de ficção científica. Apesar de ter tido pouco reconhecimento em vida, a adaptação de várias das suas novelas ao cinema acabou por tornar a sua obra conhecida de um vasto público, sendo aclamado tanto pelo público como pela crítica. Filho de um funcionário do governo federal, a sua irmã gémea morreu quase à nascença. Os seus pais divorciaram-se quando Philip contava quatro anos de idade. Acompanhou a mãe na sua mudança para a Califórnia, onde estudou, ingressando na Escola Secundária de Berkeley, onde permaneceu até 1945. Matriculou-se então na Universidade da Califórnia, onde estudou Filosofia e Alemão, abandonando o curso para trabalhar como disc-jockey numa emissora de rádio, mantendo, ao mesmo tempo, uma loja discográfica. Começou a escrever nesta época, publicando o seu primeiro conto de ficção científica na revista Planet Stories. Chegou a terminar alguns romances de índole autobiográfica, mas não conseguiu encontrar quem os editasse. Decidiu portanto dedicar-se inteiramente à ficção científica, convicto de que este género poderia melhor abarcar as suas especulações filosóficas. A sua primeira obra publicada foi Solar Lottery de 1955. A ação da obra decorria no século XXIII, num tempo em que a democracia como forma de eleição foi substituída por uma sistema de loteria que decide as funções dos indivíduos na sociedade. No entanto, vem-se a descobrir que a sorte está viciada. Após o aparecimento de obras como Eye In The Sky de 1956, Dr Futurity de 1960 e Vulcan's Hammer de 1960, Philip K. Dick conseguiu ser reconhecido como escritor, sobretudo com a publicação de The Man In The High Castle (O Homem do Castelo Alto) de 1962. O romance recriava um mundo em que a Alemanha e o Japão haviam vencido a Segunda Guerra Mundial. Por ter mantido relações com o Partido Comunista norte-americano, o escritor foi alvo de cuidadosas investigações por parte do FBI e dos serviços secretos da Força Aérea dos EUA. A visão quase paranóica da realidade que Dick demonstrou em muitos dos seus trabalhos não seria portanto de todo infundada. Inspirando-se em ideias do Budismo, Cabalismo, Gnosticismo e outras doutrinas herméticas, e combinando-as com certos aspectos das novas crenças na parapsicologia, extraterrestres e percepção extra-sensorial, o autor criou mundos alternativos nos quais acabou eventualmente por julgar viver. Consumindo drogas em excesso, alegou ter sido contactado em 1974 por uma inteligência alienígena. PKD explorou em muitas das suas obras temas como a realidade e a humanidade, utilizando normalmente como personagens pessoas comuns e não os normais heróis galácticos de outras obras do gênero. Precursor do gênero cyberpunk, o seu livro Do Androids Dream of Electric Sheep? (Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?) inspirou o filme Blade Runner que, já perto da sua morte por um AVC (Acidente Vascular Cerebral), serviu como introdução a Hollywood e levou a que outras obras suas fossem adaptadas ao cinema. Os filmes Minority Report: A Nova Lei, O Vingador do Futuro, Screamers: Assassinos Cibernéticos, O Pagamento, Impostor, O Vidente, Os Agentes do Destino e O Homem Duplo, também são baseados em novelas ou contos de Dick.

    162 Livros
    940 Seguidores
    Califórnia, Estados Unidos

    Philip Kindred Dick