Em face de todo desrespeito e menos valia de que sempre se viu alvo a mulher, nas mais diversas culturas e desde priscas eras, com exceções, resolvemos escrever este livro modesto, em linguagem simples e direta, a fim de auxiliar a “alma feminina” no transcurso de sua atual reencarnação. Não se trata de nenhum libelo contra homens, tampouco ousamos levantar a bandeira de qualquer movimento feminista à luz do Espiritismo. Desejamos sim, e com sinceridade, que ele possa ser um brado pela autoestima e um chamado para que a mulher espírita, em particular, desperte para as suas grandes responsabilidades diante de Jesus e da sua própria consciência. Não é um manual de regras dizendo o que se pode ou não fazer, mas um convite à reflexão nesses dias tumultuosos repletos de dilemas, conflitos e inúmeros apelos à vacuidade, vulgaridade e descaso com os valores essenciais, os valores cristãos.
Mulheres Segundo o Espiritismo -
Cezar Braga Said; Francisca Clotilde (Espírito)
Edições (1)
Ver maisA obra fala de como as mulheres, principalmente, espíritas podem viver no mundo terreno, ou seja, sempre com muito equilíbrio. O livro também vai de encontro totalmente com o meu trabalho por aqui, porque afinal, mulher espírita também se cuida e gosta de comprar produtinhos, né não!? Tudo sem exagero obviamente. Mulheres Segundo O Espiritismo começa explicando sobre a Madrinha Chiquinha, quem era / é Francisca Clotilde, a comunicação do autor com Divaldo Pereira Franco, prefácio, igualdade dos direitos do homem e da mulher com perguntas e respostas do O Livro dos Espíritos sobre o assunto, a palavra do espírito Emmanuel e, então, começa a discorrer durante 26 capítulos sobre a mulher nas mais diversas situações como família e casamento, maternidade, valorização da vida, profissão, corpo, diante de outras mulheres, reencarnação, sexualidade, religião, Jesus, a pátria, feminismo, redes sociais, violência, liberdade, arte, consumismo, moda, cansaço doméstico, conhecimento, política, ecologia, desânimo, meditação e o amor. A obra termina com informações jurídicas sobre a Lei Maria da Penha, Declaração dos Direitos das Mulheres e Formulário Para um Contrato Social entre Homem e Mulher porque, infelizmente, toda mulher passa ou já passou pelo lado sombrio, obscuro e machista de ser simplesmente uma mulher, independente da crença, cor, gosto e aparência. O livro é bastante confortador e acalentador e retira aquela ideia de que mulher espírita tem que se anular e só buscar a evolução espiritual. É possível sim viver também no mundo terreno, sabendo da necessidade de equilíbrio em tudo e não ultrapassando os limites. É como eu sempre digo: É muito bom sair do Centro Espírita com a alma bem hidratada e ir na farmácia ou fazer aquele spa day para cuidar do físico também. Recomendo a todxs. A obra possui um texto de fácil entendimento e a leitura é fluída, sendo necessário algumas pausas para reflexões. A parceria do autor com a amiga espiritual ficou excelente e deu aquela sensibilidade e toque feminino tão característico a narrativa. Por fim: Se alguém questionar meu trabalho por aqui e que absurdo uma espírita falando de cosméticos também, já tenho uma monografia para apresentar, principalmente os capítulos "A mulher e as redes sociais" e "A mulher e o consumismo". Inclusive vai de encontro com um post sobre o assunto que estou sempre publicando por aqui. Obrigada, Cezar! Obrigada, Francisca Clotilde!
Estatísticas
Avaliações
3.8 / 8- 5 estrelas38%
- 4 estrelas25%
- 3 estrelas25%
- 2 estrelas13%
- 1 estrelas0%

