Na garupa do besouro

Na garupa do besouro João Effting




Na garupa do besouro





Ficou por um tempo sentado na cama, pensando. A insanidade crescendo. O garoto doce, apaixonado, amigo, que um dia existiu estava morrendo aos poucos (ou rapidamente), tomado pelo sentimento de traição e pelo ciúme. Enquanto estava sentado, o sorriso não saía de seu rosto. O mais apavorante de tudo era que seus olhos não sorriam junto. Era um sorriso forçado, um sorriso medonho, de alguém prestes a cometer uma loucura. O sorriso de um assassino em vias de matar alguém.

Terror

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joaoeffting
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28/07/2016 11:50:01