Não conte para minha mãe que trabalho em publicidade... Ela pensa que sou pianista num bordel.

Não conte para minha mãe que trabalho em publicidade... Ela pensa que sou pianista num bordel. Jacques Séguela


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Não conte para minha mãe que trabalho em publicidade... Ela pensa que sou pianista num bordel.





O publicitário francês Jean Jacques Séguéla, o homem que revolucionou o marketing da montadora francesa Citroën, lançou no Brasil o seu livro "Não conte para minha mãe que trabalho em publicidade...Ela pensa que sou pianista num bordel", em que revela os bastidores da criação publicitária. Vice-presidente mundial do Grupo Havas/Euro RSCG, que no País tem a agência Carilo, Pastore, Séguéla é hoje um crítico das megafusões na área publicitária, apesar de seu posto na Havas. Para ele, as megafusões têm peso de chumbo nas asas, embora tenham sido a resposta das multinacionais para a crise da propaganda. Mas ele acredita que, no futuro, as pequenas agências, mais maleáveis, terão mais chances. Séguélas também crê que os publicitários terão de se dedicar mais para ir de encontro a uma sociedade de pessoas, com as quais devem procurar, aí sim, uma fusão. Esse francês também é um admirador da publicidade brasileira e diz que ela é "a única no mundo feita de coração para coração" e que "expressa a sensualidade de seu povo, sem máscaras, sem artifícios." E faz contrapontos: "Enquanto a propaganda inglesa parte da mente para o coração (mais intelectual), a francesa faz o caminho inverso, parte do coração (estilo sensual), e a americana é puramente materialista (do coração para o bolso)." Na opinião de Séguélas, os criativos brasileiros são os últimos publicitários românticos do mundo, "preferindo a imaginação à potência, os métodos de comunicação aos métodos financeiros, os grandes prêmios ao preço de custo, o curso da vida ao curso das bolsas."

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Rafael Pirolla
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04/02/2009 21:39:30