Não me pergunte jamais

Não me pergunte jamais Natalia Ginzburg


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Não me pergunte jamais





Os textos reunidos em Não me pergunte jamais foram, em sua maioria, publicados no diário italiano La Stampa entre dezembro de 1968 e outubro de 1970. Neles, Natalia Ginzburg apresenta as suas impressões do mundo e da existência - da existência no mundo-por meio de sua prosa sempre expressiva e sempre única, mesclando gêneros como a crônica e o ensaio, e manifestando também as suas sensíveis inquietações (impressões, mais que críticas) em relação a textos, canções, imagens e expressões artísticas de sua época ou que marcaram a sua história pessoal.

A leitura de um romance como Cem anos de solidão, a busca, de quarteirão em quarteirão, por uma nova moradia, a dificuldade de comunicar-se na infância e com a infância, a lembrança de um único verso diluído em uma ópera: elementos tão singelos que se transformam em reflexões pessoais para, depois, espraiar-se na pungente literatura à procura da interlocução, sempre ideal, sempre precária. A cada texto, o olhar compenetrado de Ginzburg convida o leitor a aproximar-se com profundidade das coisas do mundo, uma proximidade particular que nos une a todos, e a desvendar as origens e caminhos do que somos.

Ensaios / Literatura Estrangeira

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Suellen.Alves
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Jenifer
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