O Louco de Palestra

O Louco de Palestra Vanessa Barbara


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O Louco de Palestra


E Outras Crônicas Urbanas




Vanessa Barbara tem um texto irresistível. Com iguais doses de graça e delicadeza, humor e algum escárnio ela produz crônicas que parecem ocupar um lugar movediço e intermediário entre o comentário cultural, a reportagem, a antropologia de bolso e - claro! - a própria tradição desse gênero tão adorado pelos brasileiros.
Em O louco de palestra estão reunidos alguns dos melhores e mais deliciosos textos da jovem escritora brasileira. Originalmente publicadas em jornais (como Folha de S.Paulo e Estado de S. Paulo) e revistas (como piauí), as crônicas versam sobre o bairro paulistano do Mandaqui - a zoada Combray de Vanessa -, seus tipos peculiares e sua animada vida social, hilariantes resenhas de linhas de ônibus, comentários sobre televisão, observações sobre o urbanismo paulistano e (como no caso da crônica que empresta seu título ao livro) a cristalização de um tipo que sempre existiu, mas que, graças às palavras de Vanessa Barbara, alcançou a eternidade: o louco de palestra, aquele sujeito meio abilolado que intervém, comenta e causa em palestras, conferências, debates, colóquios. O texto, publicado na revista piauí, é hoje um pequeno clássico da nova crônica brasileira.
Num dos mais delicados textos do livro (não por acaso escrito à maneira de Rubem Braga), pode-se ler: Queria escrever um texto bonito, algo que a moça das verduras pudesse levar consigo no ônibus após um dia sem couves, e que ela fosse reler de mansinho e recortar para as amigas. Com O louco de palestra, Vanessa Barbara chegou lá. Ela faz rir e emociona.

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O Louco de Palestra

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Resenhas para O Louco de Palestra (1)

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Vanessa Barbara, cronista que anda de ônibus
on 4/9/14


O caso de amor de Vanessa Barbara com o transporte coletivo não é passageiro – é ela mesmo quem faz o trocadilho. Em 2008, ela produziu um trabalho jornalístico sobre o Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo, que acabou publicado sob o título “O livro amarelo do Terminal” (Cosac Naify) e com o qual ganhou o Prêmio Jabuti de reportagem no ano seguinte. Desde então a escritora, que mal passou dos 30 anos, continua andando de ônibus por aí. E escrevendo a respeito, coisa rara mesmo en... leia mais

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Vivi
cadastrou em:
01/07/2014 00:22:50