O Napoleão do Crime

O Napoleão do Crime Ben Macintyre


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O Napoleão do Crime


a vida de Adam Worth, o ladrão mais genial do sec. XIX




Alarde geral: que espécie de ladrão seria ousado a ponto de invadir a prestigiosa galeria de arte Agnew, em Londres, e levar a Duquesa, o quadro mais caro já vendido até então? Durante 25 anos, o mistério ficou sem solução, e mesmo depois que o quadro foi restituído ao proprietário, quase nada se soube a respeito da identidade do ladrão. Só recentemente, no final do século XX, o enigma foi decifrado. Ben Macintyre responde às perguntas "quem?" e "por quê?" revelando uma extensa lista de delitos cometidos pelo mesmo homem: Adam Worth, o Napoleão do crime. Mais conhecido como Henry J. Raymond, Adam Worth não foi um ladrão qualquer. O próprio William Pinkerton, o mais famoso detetive do século XIX, não disfarça a admiração pelo bandido que começou como punguista e não tardou a liderar assaltos a bancos e trens sem deixar nenhuma pista. Pinkerton é incapaz de conter o elogio à "ética" deste "Napoleão", cuja lealdade aos subordinados foi a causa de sua derrocada e cujo horror à violência o distinguiu dos criminosos de seu tempo. Típico homem da era vitoriana, o milionário Raymond/Worth - bandido internacional por vocação, mas "homem de bem" até a morte - mostra-se dúbio como a sociedade em que brilhou. Quem mais, além de Worth, poderia servir de modelo a Sir Arthur Conan Doyle na criação do arquiinimigo de Sherlock Holmes, o professor Moriarty?


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Fabio
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08/02/2009 10:30:19