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Poemas Augusto dos Anjos


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Poeta de um único livro, Eu, publicado em 1912 com recursos próprios, Augusto dos Anjos vem sendo lido, decorado, copiado, amado, rejeitado, - em suma -, apropriado por leitores de inúmeros estilos. Adquiriu e utilizou o novíssimo e pesado jargão da biologia do final do século XIX combinando-o com a linguagem tradicional da religião e da vivência cotidiana. Cada geração de críticos e de leitores comuns de poesia vem relendo e tentando decifrar o mistério desta poesia, ao mesmo tempo difícil e comunicativa. Nessas releituras, seus versos continuam comunicando a explicação mais simples e mais verdadeira: eles tratam da inquietação e da rebeldia comuns a toda a humanidade.

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Fidel
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02/02/2011 20:23:18