Fifth Sun - A New History of the Aztecs

    Camilla Townsend

    Oxford University Press
    2019
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-13: 9780190673086

    In November 1519, Hernando Cortés walked along a causeway leading to the capital of the Aztec kingdom and came face to face with Moctezuma. That story―and the story of what happened afterwards―has been told many times, but always following the narrative offered by the Spaniards. After all, we have been taught, it was the Europeans who held the pens. But the Native Americans were intrigued by the Roman alphabet and, unbeknownst to the newcomers, they used it to write detailed histories in their own language of Nahuatl. Until recently, these sources remained obscure, only partially translated, and rarely consulted by scholars. For the first time, in Fifth Sun, the history of the Aztecs is offered in all its complexity based solely on the texts written by the indigenous people themselves. Camilla Townsend presents an accessible and humanized depiction of these native Mexicans, rather than seeing them as the exotic, bloody figures of European stereotypes. The conquest, in this work, is neither an apocalyptic moment, nor an origin story launching Mexicans into existence. The Mexica people had a history of their own long before the Europeans arrived and did not simply capitulate to Spanish culture and colonization. Instead, they realigned their political allegiances, accommodated new obligations, adopted new technologies, and endured. This engaging revisionist history of the Aztecs, told through their own words, explores the experience of a once-powerful people facing the trauma of conquest and finding ways to survive, offering an empathetic interpretation for experts and non-specialists alike.

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    Marcos Augusto22/09/2024Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Essa é história povo asteca, ou dos mexicas, como se autodenominavam, seu registro histórico vinha sendo feito há séculos antes da chegada dos espanhóis. Na verdade, eles tinham uma palavra para esse processo em sua língua nativa, Nahuatl: 'xiuhpohualli', que significa a coleta anual da história em anais. Todos os anos, as comunidades reuniam-se para participar nas cerimônias. Uma por uma, as pessoas se apresentavam para prestar contas do ano passado. Essas histórias eram então coletadas e arquivadas por sacerdotes usando símbolos pictográficos que representavam a ascensão e queda de imperadores, guerras importantes e fenômenos naturais. Como esse processo não envolvia apenas a história recente; a comunidade também aproveitava esses eventos como uma oportunidade para contar anedotas antigas. Sentados ao redor de fogueiras, os anciãos falaram sobre como seu povo passou a habitar o Vale do México. Como seus ancestrais vieram de terras ao norte distante e caminharam por montanhas e desertos para chegar ao seu lar atual. Os mexicas tinham conhecimento de pelo menos quatro das grandes guerras e fomes que levaram os seus antepassados ​​para sul. Na verdade, a sua religião baseava-se na crença de que o universo já tinha sido destruído quatro vezes antes – e eles viviam agora na era do “Quinto Sol”. É baseado nesses anais de história que o livro se foca, para construir uma história alternativa da conquista pelos espanhóis, aqui vista exclusivamente pelos olhos dos conquistados. Ao excluir todos os documentos históricos espanhóis, e focar em anais previamente considerados inutilizáveis, Townsend tenta nos apresentar a história escrita pelos derrotados, analisando o povo asteca, antes, durante e após o encontro com os europeus.

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