Primeiro livro da segunda triologia de Dorian Hawkmoon, duque de Colônia vivendo na França, com sua esposa Yesselda, sua filha Yarmilla e seu filho Manfred. Todavia, o herói e único sobrevivente da Batalha de Londra, vê a população caindo em desgosto com sua presença, como se ele estivesse passando por um cancelamento coletivo após uma campanha de difamação. Ação esta realizada por um fantasma mais jovem do Conde Latão...
O livro é bem legal, o começo é genial, mas então ele começa a reprisar as personagens mortas na trilogia anterior. Não é exatamente uma marvelização, pois Bowgentle, D'Avarec, Oladahn, o próprio Conde Brass, Meliadus, Rei Huon, Rainha Flamma etc aparecem em versões meio que burras, sem seu conhecimento da vida anterior, sombras, caricaturas de si mesmos. As únicas exceções são o Rinal do Povo Fantasma de Soryandum, Barão Kalan e Taragorm do ordem do Tempo. A obra não apresenta personagens novas envolventes e não obstante tantos retornos, não ressurgem Orlando Frank e o seu irmão Guerreiro em Negro e Ouro.
Em comparação ao começo da segunda trilogia de Corum, por exemplo, essa é bem menos carregada de novidades. Todavia, a trama é promissora e acaba de maneira inesperada, deixando o leitor sem entender o que realmente se passou e desejando desvendar os mistérios que cercam o Castelo Brass em Aigues Mortes...
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