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    Não era uma vez... - (1980)

    Marcos Rey

    Moderna (Coleção Girassol)
    1996
    54 páginas
    1h 48m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.8
    75 avaliações
    Leram166Lendo24Querem103Relendo1Abandonos0Resenhas7
    Favoritos1Desejados103Avaliaram75

    Virgínia, a cachorra dálmata de Gil, sumiu e deixou todos desesperados. Gil e seu pai saíram de carro para procurar a cachorrinha pelo bairro e... nada. O garoto, então, lança-se em uma aventura em busca da companheira. O que teria acontecido a ela? Onde estaria? A dor e o amor levam Gil a percorrer alucinadamente a cidade: metrô, igreja, parque de diversões... conhecendo lugares e pessoas que nunca havia imaginado.

    Resenhas (7)Ver mais
    ariany parreira de mendonça picture
    ariany parreira de mendonça24/08/2009Resenhou um livro
    0

    virginia a cachorrinha de gil sumiu e deixou todos desesperados.Gil e seu pai sairam a procura e nao encontraram.gil percorre um longo caminho sozinho perdido pela cidade de Sao Paulo mas nao a encontrava. De volta pra casa cansado e com fome gil ao entrar no quarto se encontra com virginia em sua cama dormindo

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    3.8 / 75
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    • 1 estrelas1%
    Marcos Rey profile picture

    Marcos Rey

    Marcos Rey, pseudônimo de Edmundo Donato, (São Paulo, 17 de fevereiro de 1925 — São Paulo, 1 de abril de 1999) foi um escritor e roteirista brasileiro. Marcos foi também redator de programas de televisão, adaptou os clássicos A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo em forma de telenovela e o Sítio do Picapau Amarelo. Marcos usava sua cidade natal, São Paulo, como cenário de várias de suas obras. O autor se dedicou principalmente às obras voltadas ao público juvenil. Escreveu crônicas, contos e se destacou escrevendo romances. Escreveu também várias obras literárias adultas. Durante os anos 1970, foi roteirista de diversos filmes do gênero pornochanchada produzidos na Boca do Lixo, em São Paulo, como As Cangaceiras Eróticas e O Inseto do Amor. No gênero ficção infantil estreou com Não Era Uma Vez, drama de um garoto à procura de sua cadela perdida nas ruas. Foi também tradutor de livros em inglês, em parceria com seu irmão Mário Donato. Na década de 1990 tornou-se colunista da revista Veja, São Paulo. No ano de 1999, após voltar de uma viagem à Europa, Marcos Rey foi internado para uma cirurgia, e não resistindo às complicações, faleceu no dia 1 de abril, aos 74 anos, sem recuperar a consciência. Foi cremado, e um mês depois, sua esposa Palma Bevilacqua Donato sobrevoou com um helicóptero o centro da cidade, espalhando as cinzas do autor sobre São Paulo e realizando assim a reunião eterna de Marcos Rey com a metrópole que foi a grande personagem de toda sua obra.

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    32 Seguidores

    Marcos Rey