Written when Ernest Hemingway was thirty years old and lauded as the best American novel to emerge from World War I, A Farewell to Arms is the unforgettable story of an American ambulance driver on the Italian front and his passion for a beautiful English nurse. Set against the looming horrors of the battlefield—weary, demoralized men marching in the rain during the German attack on Caporetto; the profound struggle between loyalty and desertion—this gripping, semiautobiographical work captures the harsh realities of war and the pain of lovers caught in its inexorable sweep. Ernest Hemingway famously said that he rewrote the ending to A Farewell to Arms thirty-nine times to get the words right. This edition collects all of the alternative endings together for the first time, along with early drafts of other essential passages, offering new insight into Hemingway’s craft and creative process and the evolution of one of the greatest novels of the twentieth century. Featuring Hemingway’s own 1948 introduction to an illustrated reissue of the novel, a personal foreword by the author’s son Patrick Hemingway, and a new introduction by the author’s grandson Seán Hemingway, this edition of A Farewell to Arms is truly a celebration.
A Farewell To Arms -
Ernest Hemingway
Uma história de amor devastadoramente trágica
Não sei o que pensar, não sei o que sentir, tudo que sei é que Adeus às Armas foi absurdamente devastador. Adeus às Armas foi escrito em 1929 e é considerado o melhor romance norte-americano ambientado na Primeira Guerra Mundial. Uma grandiosa história de amor nos tempos de guerra. O livro possui um tom fortemente autobiográfico, sendo narrado em primeira pessoa pelo tenente norte-americano Frederic Henry, que serviu no exército italiano como condutor de ambulância. Experimentamos através de seus olhos: o convívio com seus colegas de destacamento, o tédio na espera dos acontecimentos e as batalhas com a Áustria. O vemos ser ferido em combate, perder amigos para a morte e se apaixonar perdidamente por Catherine. Catherine Barkley é uma enfermeira inglesa. Uma personagem encantadora e doce que dedica todo seu ser ao seu amor por Henry. Ela é companheira, carinhosa e forte. Adorei ver o amor dos dois florescer e se transformar em um sólido relacionamento cheio de respeito mútuo. O que é um contraste espantoso com a experiência de Hemingway que se apaixona pela enfermeira Agnes von Kurowsky em 1918 após ser ferido em combate e internado em um hospital, em Milão. Ela recusou-se casar com ele, o que o deixou profundamente magoado e desiludido. A premonição contida na declaração de Catherine sobre a chuva, fica voltando à memória constantemente. É como se o destino estivesse impresso em suas palavras: “… eu tenho muito medo da chuva… sempre tive medo da chuva… tenho medo porque às vezes me vejo morta na chuva… e às vezes também vejo você morto na chuva…” Ernest Hemingway já havia me ganhado com sua escrita em O Velho e o Mar, mas aqui... aqui ele me conquistou completamente. Hemingway tem uma forma de escrever concisa, direta, com uma notável clareza de expressão e ainda assim: simples, cativante e muito reflexiva. O desenvolvimento de seus personagens é característico, próprio, intenso; Já os diálogos são corriqueiros e abundantes. Foi maravilhoso conhecer Henry e Catherine e acompanhar essa inesquecível história de amor que tem como pano de fundo uma guerra sangrenta. Eu havia assistido o filme sobre o jovem Ernest Hemingway: No Amor e na Guerra, estrelado por Chris O'Donnell e Sandra Bullock, há alguns anos. Ele fala sobre o período que o autor passou no hospital, em Milão, onde se apaixonou. Entretanto, nada me preparou para esse livro... ele é sublime, e foi uma experiência estupenda fazer essa leitura. Adeus às Armas estará entre meus favoritos e certamente recomendo essa obra-prima.
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