Encontrei esse livro ao acaso, assim como a autora dele, acompanho a Eliza no Instagram e fico encantada com sua trajetória.
A autora possibilitou um diálogo entre a literatura e filosofia, trazendo reflexões despretensiosamente, mas que fazem com que tu pare e pense sobre tais.
Custei um pouco pra me apegar na personagem, parecia uma menina mimada que não viveu e pôs a culpa disso na genética de seus pais. Embora a maçã não cai muito além da árvore, será que somos tão cópias de nossos pais? Talvez seja uma vida pequena pois não buscou aprofundar se em nada, vivia absorta em seus pensamentos, talvez eu tenha que concordar com aquela frase "viver é melhor do que sonhar", essa cairia bem para a personagem, a qual via a vida passar, o tempo correndo, as pessoas vivendo e coisas acontecendo, e é como se a mesma tivesse fora dessa redoma, observando de fora, sendo inativa nisso tudo. Com sua forma de justificar sua falta de vontade de viver, culpando sua genética, a mesma acabou tornando se uma pessoa tediosa, e literalmente no fim da vida, basicamente, percebeu que precisava dar um basta nisso.