Antes de mais nada, preciso GRITAR para o mundo:
NÃO DEIXEM ESTE CONTO FICAR INVISÍVEL!
Se preparem, pois este conto de apenas 12 páginas é um ENORME tapão na cara da sociedade! PÁAAA!
O que você faria se fosse invisível? Sairia pelado por aí sem pudor? Observaria a vida alheia sem ser tachado de bisbilhoteiro? Assistiria ao show do seu artista favorito sem pagar o ingresso? São muitas as vantagens, né? Mas já parou para pensar que já existem pessoas invisíveis e que elas não veem vantagem alguma nisso? Que elas são ignoradas, menosprezadas, esquecidas e abandonadas em condições desumanas?
Mas, quem são essas vidas invisíveis? Como é passar o dia inteiro sendo invisível perante os olhos do mundo?
"Mesmo os poucos que caminham devagar não conseguem me enxergar, ainda que passem bem do meu lado."
A autora traz uma profunda reflexão sobre as muitas vezes em que o invisível nem sempre é impossível de se ver, e que por mais que essas vidas invisíveis estejam visíveis aos olhos da sociedade, esta, infelizmente, se faz de cega pela falta de empatia. Quem lê o conto, consegue sentir na pele essa vivência de invisibilidade.
"Quem sabe alguém hoje vai reparar em mim. Sonhei à toa. Não me veem. Fiquei invisível."
Com um final inquietante, o leitor vai se questionar: quantas vezes fui cego a essas vidas?
Leitorxs, leiam esse conto e gritem agora junto comigo, para todo mundo escutar e principalmente ENXERGAR:
NÃO DEIXEM ESTE CONTO FICAR INVISÍVEL!
@aleitoradelivros