"Mas existe uma outra condição. Você terá que posar para mim. Já imaginou o sucesso que faria o retrato do multimilionário Harper Beaumont numa exposição de arte? Seria uma ótima propaganda para mim.
— Lamento, mas isso não posso aceitar.
— Na verdade, eu não esperava que aceitasse. Queria apenas testá-lo, ver como se sentiria sendo colocado à venda, porque não é nada agradável. Foi como você me fez sentir. Posso ser arrogante e ter me acomodado, mas sou tão orgulhosa quanto você!"
Este é um tema que eu gosto, mocinhos (?) dominadores e possessivos. Eles geralmente acham que tem tudo sobre controle mas quando dão por si estão de quatro pelas mocinhas. Na época que eu comprei eu tinha achado a capa linda, foi inclusive uma das razões por eu ter comprado o livro. Mas a estória também me sugou, por vários elementos que um florzinha proporciona.
Nikki é nossa heroína que na sua fuga ao se deparar com alguns homens maus que a assaltaram, esbarra em um estranho e pede ajuda à ele. Nisso ela vai parar na casa dele, e conversa vem conversa vai, ele lhe oferece uma oportunidade em sua carreira. Porém Harper não é só generoso e educado, ele tem um lado sombrio e controlador.
Nikki era jovem, cerca de 24 anos, e ele a via como uma peça frágil que precisava ser resguardada, mas ela era bastante madura e perspicaz. E ela conseguia ver as duas facetas de Harper: a parte que era protetor, doce e amoroso; e a parte que era predatória, dominadora. Mas ele é um herói britânico que cuida do sobrinho desde que os pais morreram quando ele era um bebê, e é próximo de sua mãe, fora que é um salvador de donzelas em perigo. A personalidade dela se encaixa na dele e forma um casal maravilhoso, e foi maravilhoso ler o quanto ele precisava dela em sua vida.
Eu amei o fato dela ser uma artista, dá um toque glamouroso na leitura, com um enredo mais requintado. Recomendo a leitura.