Cenas de um Casamento - Return To Yesterday --- Julia 256

    Robyn Donald

    Abril
    1983
    120 páginas
    4h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Ela quis gritar e não pôde, quis bater nele e sentiu o corpo todo paralisado de dor... Craig, seu marido, estava na cama com outra mulher! Sufocou a angústia e saiu devagar, até que o desespero a fez correr. A cena havia acontecido há seis anos e, desde então, ela vivia sozinha na Austrália, se refazendo, construindo urna Catlin mais segura e feliz. Precisava apenas buscar o dinheiro que deixara na Nova Zelândia porque Craig, voluntarioso como sempre, exigia que ela fosse pessoalmente. Que exigisse! Levaria um susto ao reencontrá-la; ela ê que iria exigir o divórcio. Sabia que o encontro forçado ocultava uma armadilha, mas sentia-se preparada para correr riscos. Até que o marido a apertou nos braços e impôs: "Você ainda é minha mulher, portanto..."

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    Suelen Mattos13/08/2018Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Alerta de mocinho estuprador!

    Eita, que desgraceira! Craig foi mesmo um canalha. Traiu a Catlin quando eles estavam juntos e, depois que ela fugiu, continuou tendo outras amantes (no plural), mesmo ainda sendo casado legalmente com a mocinha, e ele em momento algum se desculpou (ou se mostrou arrependido) por isso. NUNCA. Em relação ao estupro no passado (sim, o canalha ainda a estuprou depois que ela o pegou com a amante), a mocinha pode até ter cedido no final, mas começou à força e com o intuito claro de humilhá-la e subjugá-la. O próprio mocinho admitiu isso. NÃO é não, e estupro é estupro. Segundo a lógica de Craig, Catlin pensou: "vou provocá-lo até ele me estuprar, porque aí terei uma desculpa para abandoná-lo". Céus, quando eu penso que já li de tudo! E é sério que ele disse "seria muito mais gostoso se pudesse lembrar com carinho do homem que a fez mulher" e que ainda falou que a culpa era dela? Uma menina de 17 anos que, até então, nunca tinha saído de casa? Nem pra escola ela foi, foi educada em casa. Ah, mas eu não perdoava esse homem era NUNCA! E sim, esse infeliz(mente) é o mocinho da história. Arrogante e metido a dono da razão. E, apesar de depois desses anos ela torturá-lo fingindo ter um amante e de dizer ter repulsa ao toque dele, a verdade é que Catlin ainda o ama e dá essa moral que ele não precisa, nem merece. Creio que a única coisa que me fez gostar desse livro na época que o li pela primeira vez, anos atrás, foi a filha do mocinho, que ama a Catlin e é um amor, e o fato da mocinha não ser mais bobona e não aceitar humilhação da mãe, dos amigos e das amantes dele (no passado esse povo todo a humilhava publicamente e o mocinho não fazia nada. Nem ela.). Essa nova Catlin o deixa com ciúmes, um pouquiiiinho inseguro e muito irritado com a aparente frieza. Mesmo assim, eu não o teria perdoado. As mulheres vivem se jogando em cima do cara, e ele não faz questão nenhuma de cortar as claras insinuações delas. Terminei o livro com zero confiança nesse mocinho e, mesmo dizendo que a amava no final, fiquei com a sensação de que era só questão de tempo até Craig trair Catlin novamente. Torci mesmo foi pra mocinha encontrar alguém melhor e deixar esse estuprador pra lá. Até a reconciliação deles foi quase um estupro de novo, credo! E ainda no mesmo lugar em que ela o pegou com a amante! Mesmo Catlin implorando que não suportava ficar naquele lugar, Craig fazia questão de transar com ela lá (e essa seria a reconciliação deles, a primeira vez depois do estupro) e teve a sua vontade feita de qualquer jeito, com direito a mocinha correndo pra fugir e ele colocando o pé pra ela tropeçar e levando-a (à força) no colo para dentro da odiosa casa. E a pamonha no final disse que o (primeiro) estupro não foi bem estupro, porque ele tinha razão, ela se excitou mesmo, e entendeu que as amantes dele eram só pra satisfazer uma necessidade física. Ah, para, colega! Me ajuda a te ajudar! Pior que isso, só a desculpa de Craig, de que a amou desde que a viu pela primeira vez e que só não dormiu com ela na noite de núpcias porque Catlin era uma menina e ele não podia dormir com uma menina. Mas, convenientemente, o filho do capeta esqueceu que acabou estuprando essa mesma menina. Quer dizer, ter um casamento normal com a mulher que ele amava não podia, mas estuprá-la estava tudo bem? Safaaado, cachooorro, cretiiiino, sem vergoooonha, crááápula!!! E a mocinha? Só pecou em uma coisa: em aceitá-lo de volta. Amadinha, você estava certíssima em fugir, se tornou um mulherão e merecia algo melhor. Bocó, se contentou com pouco! Aiii, que assim a minha pouca paciência não aguenta! Querem saber o mais curioso? Esse é um livro ruim (não se enganem, ele É ruim) que eu ainda fui reler, vai entender, kkkkkkk. Xinguei o mocinho, me irritei com tudo o que aconteceu, mas estranhamente não me arrependo de ter lido. Acho que eu estava precisando de alguém pra despejar a minha TPM, só pode, kkk. Se eu recomendo? Ahhh, ainda não sei. Se quiser ler, leia por sua conta e risco. Mas se prepare: você vai passar muita raiva com o mocinho! Quer ler a resenha completa, com trechos do livro? Então visite o blog <b>ROMANTIC GIRL:</B>

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