olume V da série Diário da catástrofe brasileira, em que o autor tenta compreender a situação política do Brasil contemporâneo. Alguns dos itens tratados: Roberto Schwarz afirma que cometeu um erro no ensaio “Cultura e política (1964 – 1969). Qual o erro? O meio literário, artístico e intelectual não é de esquerda no Brasil. Autores que solidificam a visão de polícia que interessa ao aparato repressor: Rubem Fonseca. Luiz Ruffato diz em quem suas personagens votam... Que imagem de resistência as memórias da ditadura de sucesso ajudaram a solidificar? Cristóvão Tezza é um reacionário quase caricato. Análise da obra literária de Chico Buarque. Lobão faltou. Definindo o Ortelladismo. Nossos alunos no PISA e os intelectuais que estudaram muito a autoficção francesa e acabaram meio esquisitos. Análise da obra de Ai WeiWei. Uma afirmação infeliz de Philip Roth. Trump basicamente ridiculariza o governo brasileiro. Michel Laub percebeu claramente quem é Roberto Alvim e... elogiou! Demos muito espaço para o ódio da extrema direita se fortalecer. Resenha da antologia “A resistência dos vagalumes”. Uma sequência sobre literatura francesa e frentes amplas. Eis que a Flip resolve homenagear Elizabeth Bishop. Agradecimentos.
Diário da catástrofe brasileira (Diário da catástrofe brasileira #5) - V Cultura e política (1969 - 2019) alguns esboços
Ricardo Lísias
Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
2019
72 páginas
2h 24m
ISBN-10: B082M11PN9
Português Brasileiro
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