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    Espírito Conservador (Coleção Espírito Conservador #6) -

    Marcelo Hipólito

    Conservadores do Brasil
    2018
    42 páginas
    1h 24m
    ISBN-10: B07H2N94XF
    Português Brasileiro
    4
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    A Coleção Espírito Conservador celebra seu sexto volume com um presente ao leitor: em vez dos usuais quatro ensaios político-filosóficos por edição, este volume soma um quinto texto, mais centrado, dessa vez, no estimulante e desafiador tópico da Guerra Política. A esquerda que não diz seu nome é um estudo sobre a apropriação ideológica oportunista e nociva que a esquerda promove sobre as pautas e o eleitorado conservador brasileiro, um alerta relevante diante das eleições de 2018, e, especialmente, ao horizonte político-cultural que se desenha para além destas. O sexto volume trata ainda de um tema polêmico, porém, premente: a relevância da inteligência política às pretensões, esforços e esperanças do movimento conservador no Brasil. Há décadas, a esquerda brasileira fundamenta sua atuação, em maior ou menor grau, sob um corpo de estratégias forjadas por análises de conjuntura e de inteligência, oriundas de diversas fontes: academia, fundações de partidos revolucionários, alianças internacionais. Diante desse quadro desfavorável, a direita precisa acelerar sua atuação na recuperação desse tempo perdido. Sem um planejamento de longo prazo, derivado de um consistente e perene trabalho de inteligência, compromete-se a capacidade de o projeto conservador brasileiro sobrepujar as aspirações totalitárias dos radicais. Uma inteligência política efetiva agregaria ao movimento conservador: - A geração de conhecimento necessário à tomada de decisões no âmbito de um processo de planejamento estratégico bem-sucedido. - O desenvolvimento de ações responsivas. - A construção de uma rede colaborativa de intelectuais e especialistas, instrumento indispensável ao enfrentamento teórico e prático de projetos radicais. - O emprego racional de recursos escassos, buscando uma atuação planejada e coordenada contra um adversário amoral, cínico, perverso, mentiroso. Além dos destaques supramencionados, o sexto volume reforça a luta dos autores em prol do renascimento do conservadorismo brasileiro, imbuídos de uma permanente e maravilhosa sensação, o arrebatamento perante um dos mais belos e fundamentais anseios humanos: o desejo de conservar tudo aquilo que amamos. ÍNDICE DE ENSAIOS DO SEXTO VOLUME I.Inteligência política: necessidade inadiável aos objetivos do conservadorismo brasileiro. A falta de uma rede de inteligência estruturada a serviço da direita brasileira é uma desvantagem estratégica em relação às forças esquerdista, potencialmente fatal ao estabelecimento de um projeto político duradouro do conservadorismo pátrio. Por Marcelo Hipólito. II.Graças ao jeitinho. Destruir o orgulho pela pátria é uma estratégia básica dos inimigos da nação. Décadas de desastres republicanos levaram os donos do poder, para não assumir sua própria culpa, a tentar atribuir, cada vez mais, ao caráter nacional a responsabilidade por suas próprias desventuras. Buscar compreender as nossas raízes culturais é requisito fundamental de resistência aos ataques. Por Reno Martins. III.O centro gravitacional da política brasileira. A importância de a direita nacional articular seu projeto e ação política diante do peso e das contradições das forças de centro do Brasil. Por Marcelo Hipólito. IV.Uma nação se mantém com armas. Isso é um fato. Não assumi-lo é incapacidade intelectual, ou má fé. Por Reno Martins. V.A esquerda que não diz seu nome. Como um partido de esquerda monopolizou por tanto tempo as aspirações e os votos de direita no Brasil. Por Marcelo Hipólito.

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    Marcelo Hipólito

    MARCELO HIPÓLITO é um escritor brasileiro, nascido em São Paulo. É autor dos romances "O Mago de Camelot: A saga de Merlin para coroar um dragão" (Novo Século, 2013), "Osíris: Deus do Egito" (Marco Zero, 2009) e "Lúcifer: o primeiro anjo" (Marco Zero, 2006). Hipólito participa das antologias "Fiat Voluntas Tua" (Multifoco, 2009) e "Metamorfose: a fúria dos lobisomens" (All Print, 2009). Além disso, é autor do e-book "Dullahan: Os cavaleiros sem cabeça" (Navras Digital, 2013) e coautor de diversos contos publicados em língua inglesa, nos Estados Unidos, Reino Unido e Espanha, dentre os quais se destaca "Eternal Grief", indicado para melhor conto de horror nos Estados Unidos, em 2003, pelo Preditors & Editors Readers Poll. Hipólito é também diretor de três filmes de curta-metragem de ficção, roteirista de cinema e produtor de teatro. Acesse www.marcelohipolito.com

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    Marcelo Hipólito