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    Novelas Nada Exemplares -

    Dalton Trevisan

    Record
    1979
    175 páginas
    5h 50m
    ISBN-10: 8501159093
    Português Brasileiro
    3.6
    202 avaliações
    Leram372Lendo17Querem152Relendo1Abandonos8Resenhas8
    Favoritos9Desejados152Avaliaram202

    Um moço em Curitiba só tem um remédio - afogar-se. Como não há mar, um tonel de rum serve. Mas nem todos encontram coragem ou lucidez para o tonel de rum. Há então o noivado, ser noivo de alguma coisa ou pessoa, evitar a garoa das noites, encontrar uma sala com sofá e o retrato de um parente morto suspenso na parede, tomar o café que lhe traz a futura sogra, e, aos domingos, há o ajantarado pegajoso da província - a noiva bordará, costurará, fará qualquer coisa com as mãos, talvez uma carícia. As mulheres estarão sempre costurando, solteiras, casadas, viúvas, velhas ou moças terão os dedos picadinhos de agulha, até que um dia o ovo de costura rolará de suas mãos e a cabeça tombará para sempre - não, nada é para sempre, ainda com o ovo de costura caído no chão o pescoço é alvo útil para a navalhada.

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    Doney Corteletti Stinguel09/04/2014Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Lista de Livros: Novelas Nada Exemplares, de Dalton Trevisan

    “Mais fácil morrer do que se livrar do cadáver.” * “Às mães não foi dado entender os filhos, apenas amá-los.” * “Ele tinha princípios o mais importante, barbear-se todos os dias.” * Mais em:

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    Dalton Trevisan profile picture

    Dalton Trevisan

    É um escritor brasileiro de Curitiba, Paraná. Importante contista da literatura brasileira, Dalton Trevisan foge de entrevistas e exposições ao público e até mesmo de premiações. Por esse motivo é conhecido como "Vampiro de Curitiba", nome de um de seus mais conhecidos livros. Para seus contos e personagens, inspira-se em habitantes da cidade e trata de situações de significado universal. Tornou-se cada vez mais minimalista em seus contos e tem apenas um romance publicado, "A Polaquinha". E QUE ROMANCE! Dalton Jérson Trevisan (Curitiba, 14 de Junho de 1925) é um advogado, escritor, autor, e um dos maiores contistas brasileiros de todos os tempos, famoso por seus livros de Contos, especialmente "O Vampiro de Curitiba" (1965), e por sua natureza misteriosa, reclusa e reservada. Ele estudou no Colégio Estadual do Paraná e trabalhou, durante sua juventude, na fábrica de vidros de sua família. Depois de se formar pela Faculdade de Direito do Paraná (atual Universidade Federal do Paraná), chegou a exercer a advocacia durante 7 anos. Quando era estudante de Direito, Trevisan costumava lançar seus Contos em modestos folhetos. Ele liderou o grupo literário que publicou, entre 1946 e 1948, a revista 'Joaquim'. O nome, segundo ele, era "uma homenagem a todos os Joaquins do Brasil". A publicação tornou-se porta-voz de uma geração de escritores, críticos e poetas. Reunia Ensaios assinados por Antonio Cândido, Mário de Andrade e Otto Maria Carpeaux e Poemas até então inéditos, como "O Caso do Vestido", de Carlos Drummond de Andrade. A revista também trazia traduções de Joyce, Proust, Kafka, Sartre e Gide e era ilustrada por artistas como Poty, Di Cavalcanti e Heitor dos Prazeres. A publicação, que circulou até Dezembro de 1948, continha o material de seus primeiros livros de Ficção, incluindo "Sonata Ao Luar" (1945) e "Sete Anos de Pastor" (1948) - duas obras renegadas pelo autor. Em 1954, ele publicou o "Guia Histórico de Curitiba", "Crônicas da Província de Curitiba", "O Dia de Marcos" e "Os Domingos ou Ao Armazém do Lucas", edições populares à maneira dos folhetos de feira. Inspirado nos habitantes da cidade, ele criou personagens e situações de significado universal, em que as tramas psicológicas e os costumes são recriados por meio de uma linguagem concisa e popular, que valoriza os incidentes do cotidiano sofrido e angustiante. Ele publicou também "Novelas Nada Exemplares" (1959) e ganhou o 'Prêmio Jabuti' da Câmara Brasileira do Livro. Como era de se esperar, enviou um representante para recebê-lo. "Morte na Praça" (1964), "Cemitério de Elefantes" (1964) e "O Vampiro de Curitiba" (1965). Isolado dos meios intelectuais e concorrendo sob pseudônimo, Trevisan conquistou o primeiro lugar do 'I Concurso Nacional de Contos' do Estado do Paraná, em 1968. Escreveu depois "A Guerra Conjugal" (1969), posteriormente transformada em um premiado filme, dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, "Crimes da Paixão" (1978) e "Lincha Tarado" (1980). Em 1994 publicou "Ah, é?", obra-prima do estilo minimalista. Seu único Romance publicado é o maravilhoso erótico "A Polaquinha". É reconhecido como um dos mais importantes contistas da literatura brasileira por grande parte dos críticos do país. Entretanto, é avesso a entrevistas e exposições em órgãos de comunicação social, criando uma atmosfera de mistério em torno de seu nome. Por esse motivo, ele recebeu a alcunha de "Vampiro de Curitiba", nome de um de seus livros. Ele assina apenas "D. Trevis" e não recebe a visita de estranhos. Prêmios: Foi eleito por unanimidade vencedor do 'Prémio Camões' de 2012, ano em que também recebeu o 'Prêmio Machado de Assis', da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. SUAS OBRAS: Novelas Nada Exemplares (1959) Cemitério de Elefantes (1964) Morte na Praça (1964) O Vampiro de Curitiba (1965) Desastres do Amor (1968) Mistérios de Curitiba (1968) A Guerra Conjugal (1969) O Rei da Terra (1972) O Pássaro de Cinco Asas (1974) A Faca No Coração (1975) Abismo de Rosas (1976) A Trombeta do Anjo Vingador (1977) Crimes de Paixão (1978) Primeiro Livro de Contos (1979) Vinte Contos Menores (1979) Virgem Louca, Loucos Beijos (1979) Lincha Tarado (1980) Chorinho Brejeiro (1981) Essas Malditas Mulheres (1982) Meu Querido Assassino (1983) Contos Eróticos (livro) (1984) "A Polaquinha" (Romance Erótico) (1985) Noites de Amor em Granada Pão E Sangue (1988) Em Busca de Curitiba Perdida (1992) Dinorá - Novos Mistérios (1994) Ah, É? (1994) 234 (1997) Vozes do Retrato - Quinze Histórias de Mentiras e Verdades (1998) Quem Tem Medo de Vampiro? (1998) 111 Ais (2000) Pico Na Veia (2002) 99 Corruíras Nanicas (2002) O Grande Deflorador (2002) Capitu Sou Eu (2003) Continhos Galantes (2003) Arara Bêbada (2004) Gente Em Conflito (com Antônio de Alcântara Machado) (2004) Macho Não Ganha Flor (2006) O Maníaco do Olho Verde (2008) Uma Vela Para Dario (talvez 2008) 35 Noites de Paixão - Contos Escolhidos (2009) Violetas e Pavões (2009) Desgracida (2010) Mirinha (2011) Nem Te Conto, João (2011) O Anão E A Ninfeta (2011) Novos Contos Eróticos - Antologia (2013) A Mão Na Pena (2014) O Beijo Na Nuca (2014) Logo abaixo, os dois primeiros livros publicados, que o autor renega (editores desconhecidos): Sonata ao Luar (1945) Sete Anos de Pastor (1948) No exterior: Novelas Nada Ejemplares - tradução de Juan Garcia Gayo, Monte Avila - Caracas (1970) De koning der aarde (O Rei da Terra) - tradução de August Willemsen - Amsterdam (1975) The Vampire of Curitiba and Others Stories - tradução de Gregory Rabassa, Alfred A. Knopf - Nova York (1972) El Vampiro de Curitiba - tradução de Haydée M. J. Barroso, Ed. Sudamericana - Buenos Aires (1976) De vijfvleugelige vogel (O Pássaro de Cinco Asas) - trad. August Willemsen - Amsterdam (1977) Ehekrieg (Guerra Conjugal) - (coletânea de contos, não corresponde ao livro "A Guerra Conjugal") - tradução de Georg Rudolf Lind, Ed. Suhrkamp - Frankfurt (1979) Antologias: Contos em Antologias alemãs (1967 e 1968), argentinas (1972 e 1978), americanas (1976 e 1977), polonesas (1976 e 1977), sueca (1963), venezuelana (1969), dinamarquesa (1972) e portuguesa (1972). Filme: Guerra Conjugal (1974), histórias e diálogos do autor, roteiro e direção de Joaquim Pedro de Andrade.

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    Paraná, Brasil

    Dalton Trevisan