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    O Professor -

    Charlotte Brontë

    Clube do Livro
    1958
    186 páginas
    6h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.8
    103 avaliações
    Leram176Lendo17Querem446Relendo1Abandonos5Resenhas12
    Favoritos9Desejados446Avaliaram103

    "O Professor" de Charlotte Brontë é baseado em suas experiências como estudante de línguas, em Bruxelas, em 1842. Contada sob o ponto de vista de William Crimsworth, a obra formulou uma nova estética que questionou muitos dos pressupostos da sociedade Vitoriana. O herói de Brontë escapa de um trabalho humilhante em uma fábrica de Yorkshire e vai para Bélgica procurar trabalho como professor. Lá ele se apaixona por uma estudante/professora pobre, que é talvez a mais realista e feminista heroína da autora.

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    Resenhas (12)Ver mais
    Carla Silva picture
    Carla Silva15/03/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Charlotte testando suas asas

    O primeiro romance de Charlotte Brontë. Narrado na primeira pessoa, conta as lutas e alegrias de um jovem professor inglês numa região da Bélgica. Num meio aparentemente cosmopolita, mas que se revela mesquinho, o protagonista descobre o amor no momento em que percebe entre suas alunas uma jovem tão orgulhosa (a seu modo) quanto ele; mas que de fato corporifica o ideal de aluna para um professor cansado de mentes desinteressadas. Um romance que escapa ao gótico que Charlotte iria explorar em "Jane Eyre", mas que já evidencia duas qualidades da autora: a caracterização do amor como emoção apaixonada, sexuada, e uma preocupação com a situação da mulher dentro das leis do século XIX.

    18 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 103
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas34%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas2%
    Charlotte Brontë profile picture

    Charlotte Brontë

    Charlotte Brontë foi uma das grandes romancistas da Inglaterra do século 19, a mais velha das três irmãs Brontë, cujos romances são marcos na história da literatura mundial. Nasceu em 1816, sendo a terceira filha do reverendo Patrick Brontë e de sua esposa, Maria Branwell. Seu irmão, Patrick Branwell, nasceu em 1817 e suas irmãs, Emily e Anne, em 1818 e 1820, respectivamente. Em 1820, seu pai foi nomeado como pároco de Haworth, próximo a Yorkshire, para a família se mudou; em 1821, Maria Branwell morre e deixa a criação de seus filhos sob os cuidados de sua irmã, Elizabeth Branwell. As pobres condições de vida enfrentadas pelas crianças Brontë as levaram a uma série de problemas de saúde, iniciando com a morte das duas irmãs mais velhas da família, em 1825, após terem ingressado no Clergy Daughters School. Foi este colégio que inspiraria, mais tarde, Charlotte na descrição do sinistro colégio Lowood que aparece em seu romance “Jane Eyre”. Seu ingresso na literatura iniciou-se com pequenos contos de inspiração byroniana escritos em conjuntos com seus irmãos: com Patrick, criou o reino imaginário de Angria, ao mesmo tempo que Emily e Anne criavam o reino de Gondal. Em 1842, Charlotte e Emily ingressaram em internado em Bruxelas, mas a morte de sua tia a obrigaram retornar à Inglaterra. Emily passou a cuidar da administração da casa dos Brontë e Anne tornou-se preceptora de uma família nas cercanias de York, para a mesma família na qual Patrick Branwell servia como professor particular. As experiências que Charlotte vivenciou em Bruxelas serviram para inspirá-la nas características da personagem Lucy Snow, protagonista de seu romance “Villete”, de 1853. No mesmo ano, seu irmão Patrick envolveu-se com a mulher de seu patrão e a partir deste ano passa a recorrer ao ópio e à bebida. Foi Charlotte quem incentivou as irmãs a escreverem e a publicarem seus romances, a partir de 1847, valendo-se de pseudônimos ambíguos: Charlotte publicou “Jane Eyre”, sob a alcunha de Currer Bell; Emily, publicou “O Morro dos Ventos Uivantes”, sob o nome de Ellis Bell, obtendo sucesso imediato; “Agnes Grey”, foi publicado por Anne, sob o nome de Acton Bell. Emily morreria de tuberculose, em 1848 e Anne, em 1849, um ano após publicar “A Moradora de Wildfell Hall”. Charlotte se casaria em 1854 com o assistente de seu pai, Arthur Bell Nicholls, que fora o seu quarto pretendente. Em 31 de março de 1855, grávida de seu único filho, caiu enferma e morreria de tuberculose como suas irmãs. A importância de Charlotte Brontë é significativa em um momento em que as relações sociais e econômicas da sociedade se transformavam: em uma época onde as mulheres eram consideradas apenas como um mero adorno social, Charlotte Brontë bravamente enfrentou os obstáculos da sociedade através de sua obra. Seus romances falam sobre a opressão da mulher, o que a caracterizam como uma das primeiras mulheres modernas; entretanto, classificá-la apenas como feminista seria uma má-representação de sua verdadeira condição e importância. Diferentemente das escritoras Mary Wollstonecraft e George Sand, que surgem como as primeiras defensoras da nova condição da mulher, Charlotte vale-se exclusivamente de suas obras para imprimir uma nova visão do papel da mulher. Nesse ponto, Charlotte Brontë é uma das grandes opositoras da obra de Jane Austen, por considerar que as personagens austeanas se conformavam com o papel da mulher submissa dos primeiros anos do século 19. Nesse ponto, as personagens elaboradas por Charlotte são diametralmente opostas às criadas por Jane Austen. Sua vida foi registrada através da biografia publicada por sua amiga, a escritora Elizabeth Gleghorn Gaskell. Sua produção literária, apesar de modesta, é significativa: sua primeira obra, “The Green Dwarf, A Tale of the Perfect Tense”, foi escrita em 1833; seguiu uma produção juvenília até a publicação de seu primeiro romance, “Jane Eyre”, em 1847; “Shirley” foi escrita em 1849; “Villette”, em 1853; “O Professor”, apesar de ter sido seu primeiro romance, antes mesmo de “Jane Eyre” somente foi publicado postumamente, em 1857; deixou ainda inacabado “Emma”, publicado em 1860.

    51 Livros
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    Yorkshire, Inglaterra

    Charlotte Brontë