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    Uma Família Quase Normal - Até onde seria capaz de ir se a sua filha fosse acusada de assassinato?

    M.T. Edvardsson

    Suma de Letras
    2020
    300 páginas
    10h 0m
    ISBN-13: 9789896659806
    Português
    4.1
    28 avaliações
    Leram34Lendo3Querem61Relendo0Abandonos2Resenhas2
    Favoritos5Desejados61Avaliaram28

    Thriller recomendado pelo The New York Times. Mais de 150.000 exemplares vendidos só na Suécia. 4 edições e 9 semanas consecutivas no top de vendas na Alemanha. A Fé de um pai. A fidelidade de uma filha. A ética de uma mãe. A perturbadora acusação de assassinato que põe à prova Uma família quase normal. Até onde seria capaz de ir se a sua filha fosse acusada de assassinato? Stella é uma adolescente comum, de uma família honesta. O pai, Adam, é pastor da Igreja da Suécia, respeitado e de uma moral irrepreensível, casado com Ulrika, advogada de defesa. Os Sandell são a família perfeita, até que Stella é acusada do assassinato brutal de um homem muito mais velho, Christopher Olsen. Mas que motivo poderia ela ter para conhecer um homem de negócios obscuro, quanto mais para o matar? Tudo deve não deve passar de um erro terrível. Neste emocionante thriller, o magistral contador de histórias Mattias Edvardsson arquitecta uma teia na qual todos se envolvem e nada é o que parece. A história de um crime e a destruição de uma família é contada através de uma estrutura incomum de três partes que mantém o leitor a questionar tudo e todos. Tudo é virado do avesso à medida que a perspectiva muda, uma nova voz assume o controlo e novas sombras são lançadas na luz. Os elogios da crítica: «The New York Times Book Review recomenda Uma família quase normal, de Edvardsson, e elogia o romance como sendo de 'leitura compulsiva', que força o leitor a enfrentar 'os compromissos que fazemos connosco para sermos as pessoas que acreditamos que os nossos amados esperam que sejamos'.» Edição de Verão do New York Times Book Review «Convincente.» Podcast de resenhas de livros do The New York Times «Edvardsson arquitecta habilmente uma teia de culpa paternal e sacrifício num drama familiar cheio de nuances.» Kirkus «Com uma reviravolta chocante, este é um thriller jurídico intenso que consegue, com sucesso, ser realista e emocionante.» Booklist «No fundo, Uma família quase normal pergunta: quão bem conhece os seus entes queridos? Ou o seu melhor amigo? Em quem pode confiar? Edvardsson não dá respostas fáceis. Mas o autor levanta questões provocadoras, envolve-as num thriller arrojado e oferece uma leitura extremamente satisfatória, longe de ser comum.» Shelf Awareness

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    Bianca Rinaldi picture
    Bianca Rinaldi18/08/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Finalizado o livro e tenho algumas observações a fazer que infelizmente terei que marcar com Spoiler e um spoiler gigante. O livro conta a história sob 3 perspectivas: Adam (o pai pastor), Stella (a filha problemática) e a Ulkira (a mãe advogada) O livro começa com a perspectiva nesta ordem que escrevi no parágrafo anterior e tenho que alertar, quase desisti pq o pastor me deu sono. Não gostei de como o autor dividiu algumas narrativas nas 3 partes, elas não eram muito cronológicas, ora mencionava acontecimentos quando Stella tinha 15anos, logo em seguida 8, depois avançava para 18, depois voltava para 5 e achei meio confuso. Me incomodou um pouco a questão dele falar que os personagens não lembravam o que tinha acontecido, mesmo que a dois minutos passados. Claro, sob pressão, as pessoas tendem a simplesmente sobreviver, mas me incomodou e demonstrou que está amadurecendo como autor. Mas o grande X da questão está no final, e se você, que está lendo essa resenha, não gostar de um grande spoiler, pare de ler aqui. Achei um absurdo a mãe que sempre se achou falha na criação e convivência com a filha, arriscar a liberdade da filha beneficiando a vizinha, amiga de Stella. Ok, ok, entendo que ela como advogada tem que analisar todas as estratégias a serem adotadas, mas quando a Amina foi na casa dela, logo após Stella ser presa, suspeita de matar uma pessoa, Amina confessando que matou a "vítima", você, como mãe, deixaria sua filha ficar presa "indevidamente", correndo o risco dela perder toda sua juventude????? Ok, Amina queria ser médica, foi estuprada e quis matar o cara. Blz, entrega a coitada pra polícia e vai lamber sua cria em casa. Mas o que ela fez???? Bolou uma estratégia super, super arriscada para inocentar as duas. Deu certo? Sim! Mas eu como filha já problemática ficaria mais colérica ainda. Enfim, no epílogo vemos que foi a Stella que realmente matou o estuprador. O livro é bom, recomendo a leitura, embora seja advogada, concordando com a adoção de estratégias, fiquei extremamente revoltada como mãe.

    4 curtidas

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    Avaliações

    4.1 / 28
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas39%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas0%
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    Mattias Edvardsson

    M.T. EDVARDSSON é escritor e professor de Trelleborg, na Suécia. Já escreveu três romances e dois livros para jovens leitores. Atualmente, Edvardsson vive em Löddeköpinge, na Suécia.

    6 Livros
    2 Seguidores

    Mattias Edvardsson