O pânico começa quando um dia comum é inundado pelo absurdo em Frog Frenzy, de Mantovani. A luta para ser si mesmo permeia Gay Pride, de Marcelo de Andrade e Spacca. Em Sentinela, Sam Hart nos mostra o horror da espera interminável. O Lobisomem, de Jean Canesqui e André Leal, nos adverte que os piores monstros não são encontrados apenas em lendas. Enfrente o desconhecido na selva da grande cidade, em Olho no Olho, de Orlandeli, ou na Mata Grande, de Gilmar Fraga. O leitor corajoso ainda pode encarar o Jogo dos 7 Erros, de Rogério Vilela, e Galvão revela os temores dos artistas diante do desafio editorial. Ainda há os contos de Eddy Gomes e Orlandeli, e terrores disformes ilustrados por Sandro Castelli e descritos por Bruno Dantas, os quais servirão como matéria prima final para a confecção de calafrios para os leitores mais resistentes.

