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    Fogos - Feux

    Marguerite Yourcenar

    Nova Fronteira
    1983
    191 páginas
    6h 22m
    ISBN-6: 830131
    Português Brasileiro
    4
    23 avaliações
    Leram63Lendo2Querem75Relendo1Abandonos4Resenhas2
    Favoritos4Desejados75Avaliaram23

    Poemas em prosa de uma das maiores escritoras do Século XX, "Fogos" (1936) é uma seleção de histórias de amor -- Marguerite Yourcenar o escreveu num momento em que vivia intensa paixão -- nas quais quase todos os personagens pertencem à história ou à mitologia grega. Texto lírico com a sensibilidade profunda que marcam as obras da autora. |...| Fogos é uma sequência de novelas, de prosas líricas, quase de poemas, inspirados por uma determinada noção do amor. Alternando com notas sobre a paixão amorosa, encontram-se as histórias de Fedra, Hipólito, Pentesiléia e Aquiles, Antígona, etc. «Em Fogos, pensava glorificar um amor muito concreto – escreve a autora; a idolatria do ser amado associa-se visivelmente a paixões mais abstratas, mas não menos intensas, que por vezes prevalecem sobre a obsessão sentimental e carnal...

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    Resenhas (2)Ver mais
    Natalia Cunha picture
    Natalia Cunha23/01/2023Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Intenso e poderoso

    Tendo o título que tem, esse livro não poderia ser nada mais nada menos que forte e quente. As emoções advindas do amor descritas pela autora são guturais, parece que acertam em cheio vários lugares dentro de quem lê. As divagações são incríveis e as sensações vindas delas são incomodas, belas e também estranhas. Acredito ter sido a melhor coisa que li ultimamente.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 23
    • 5 estrelas35%
    • 4 estrelas39%
    • 3 estrelas26%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Marguerite Cleenewerck de Crayencour profile picture

    Marguerite Cleenewerck de Crayencour

    Marguerite Yourcenar, pseudônimo de Marguerite Cleenewerck de Crayencour (anagrama de Yourcenar), foi uma escritora belga de língua francesa. Foi a primeira mulher eleita à Academia Francesa de Letras em 1980, após uma campanha e apoio activos de Jean d'Ormesson, que escreveu o discurso de sua admissão. Foi educada de forma privada e de maneira excepcional: lia Jean Racine com oito anos de idade, e seu pai ensinou-lhe o latim aos oito anos e grego aos doze. Em 1939 mudou-se para os Estados Unidos, onde passou o resto de sua vida, obtendo a cidadania estado-unidense em 1947 e ensinando literatura francesa até 1949. As suas Mémoires d´Hadrien (Memórias de Adriano), de 1951, tornaram-na internacionalmente conhecida. Este sucesso seria confirmado com L'Œuvre au Noir (A Obra em Negro, 1968), uma biografia de um herói do século XVI, chamado Zénon, atraído pelo hermetismo e a ciência. Publicou ainda poemas, ensaios (Sous bénéfice d'inventaire, 1978) e memórias (Archives du Nord, 1977), manifestando uma atracção pela Grécia e pelo misticismo oriental patente em trabalhos como Mishima ou La vision du vide (1981) e Comme l´eau qui coule (1982).

    45 Livros
    75 Seguidores

    Marguerite Cleenewerck de Crayencour