The Warriors - Adaptação Oficial do Filme - Edição especial

    David Atchison (roteiro), Chris DiBari (ilustrações)

    Dynamite Entertainment
    2010
    138 páginas
    4h 36m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Acompanhe uma gangue de rua da cidade de Nova York, os Guerreiros, e sua lancinante jornada por sobrevivência e redenção. Cyrus, o messiânico líder da maior gangue da cidade, os Riffs, declara uma trégua e convoca uma reunião de cúpula no Bronx com a presença de todas as gangues rivais. A visão de Cyrus é unificar todas as gangues em uma enorme organização, uma que os tiras nunca seriam capazes de controlar. Mas durante o encontro, Cyrus é assassinado, e o assassino é identificado como sendo um dos Guerreiros. Sem tempo para provar sua inocência, os Guerreiros não tem escolha: eles devem fugir, por suas vidas e por suas honras. Mas é um caminho muito longo do Bronx até Coney Island, especialmente com uma cidade inteira de bandidos impiedosos jurando vingança e sedentos de sangue.

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    R .07/01/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    "Selvagens da noite" está entre meus filmes preferidos. Assisti trocentas vezes e não enjoo. Basicamente, o regresso dos "Warriors", uma das gangues de Nova York, a seu território, numa noite cheia de ação e desafios, em que têm a cabeça a prêmio e lutam pela sobrevivência ao serem acusados da morte de um carismático líder. Cada tosqueira empolgante, como a luta com as gangues do Beisebol, dos Patins, etc e tal. As partes que mais curto são: o confronto com os Órfãos (pateticamente hilário), o momento em que mandam na lata dos Riffs que são os melhores (no final), e o encontro com dois casais no metrô num paralelo curioso (é a imagem fotográfica que guardei do filme, nem sei explicar o porquê, mas a breve sequência ficou com essa representatividade nas lembranças). Por que os registros? A HQ fez adaptação fiel a isso e muito mais. Leitura fluida (talvez por gostar do filme), que dispensa narrador e tem grande fidelidade à obra original. Só não curti as ilustrações da primeira parte, com desenhos muito "bonitinhos"... A melhor concepção artística é a do final (tosca, não convencional, mais agressiva, interessante e instigante à percepção do contexto). Gostei.

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