
Foi escritor e jornalista. Ildefonso estudou até o quinto ano primário. Com dezoito anos, entrou para o Exército. Autodidata, aprendeu muito lendo livros e pesquisando. Falava espanhol e francês, línguas que aprendeu longe das salas de aula. A língua espanhola, por exemplo, aprendeu quando serviu na fronteira do Brasil com a Colômbia, na cidade de Tabatinga. Já o francês, conseguiu aprender com uma amiga, em Óbidos. Em pouco tempo, já estava lendo as grandes obras da literatura francesa e escrevia no idioma. Como jornalista, escreveu para o jornal “A Província do Pará” por décadas. Foi eleito para a Academia Paraense de Letras e deixou uma obra que ficará como herança para todos que apreciam literatura. Hoje, Ildefonso Guimarães dá nome ao Selo Literário da Fundação Tancredo Neves, que publica obras inéditas e republica obras clássicas de autores paraenses.