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    Empirismo e Subjetividade - Ensaio sobre a natureza humana segundo Hume

    Gilles Deleuze

    Editora 34
    2001
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-10: 8573262109
    Português Brasileiro
    4.1
    13 avaliações
    Leram52Lendo4Querem112Relendo0Abandonos3Resenhas1
    Favoritos3Desejados112Avaliaram13

    Primeiro livro publicado por Gilles Deleuze (1953), Empirismo e subjetividade transcende sua contribuição para a história da filosofia ao analisar a questão do empirismo - e portanto, da diferença -, a partir da recuperação da obra (até então relegada pela crítica kantiana) do filósofo escocês David Hume (1711-1776).

    Resenhas (1)Ver mais
    Elias Fernando picture
    Elias Fernando16/02/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Testando.

    Depois de ler o tratado de Hume fiquei instigado a entender melhor as ideias e conceitos do autor, pensei que lendo 'empirismo e subjetividade' as idéias se clareassem um pouco, foi completamente o oposto. Depois de ler Hume e ficar cheio de dúvidas e ler Deleuze, na tentativa de esclarecê-las, eu me afundei em ainda mais duvidas. Não é um livro fácil de ler, mas não é só a linguagem que é truncada, o assunto que realmente demanda um bom conhecimento dos conceitos de Hume. Meu erro foi achar que seria um livro de respostas, na verdade é um livro de ainda mais perguntas, como todo bom livro filosófico. Pretendo reler depois de estar mais instruído nos conceitos de Hume.

    4 curtidas

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    4.1 / 13
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    • 1 estrelas0%
    Gilles Deleuze profile picture

    Gilles Deleuze

    O trabalho de Deleuze se divide em dois grupos: por um lado, monografias interpretando filósofos modernos (Spinoza, Leibniz, Hume, Kant, Nietzsche, Bergson, Foucault) e por outro, interpretando obras de artistas (Proust, Kafka, Francis Bacon, este último o pintor moderno, não o filósofo renascentista); por outro lado, temas filosóficos ecléticos centrado na produção de conceitos como diferença, sentido, evento, rizoma, etc. O filósofo do Corpo-sem-Órgãos (figura estética de Antonin Artaud, retomada como conceito filosófico por Deleuze em parceria com Félix Guattari). Para ele, O ofício do filósofo é inventar conceitos. Assim como Nietzsche cria a personagem-conceito de Zaratustra, Deleuze afirma em L'abécédaire, entrevista dada a Claire Parnet, ter criado com Félix Guattari o conceito de ritornelo - refrão, forma de reterritorialização (povoamento), e desterritorializaçao. Uma filosofia da imanência, dos diagramas, dos acontecimentos. As principais influências filosóficas terão sido Nietzsche, Henri Bergson e Spinoza. Uma das grandes contribuições de Deleuze foi ter se utilizado do cinema para expor sua forma de pensamento, através dos conceitos de cinema-movimento e cinema-tempo. Deleuze foi um dos filósofos que teorizou as instâncias do atual e do virtual (já elaboradas por outros pensadores), construindo um olhar sobre o mundo a partir das possibilidades: "Um pouco de possível, senão sufoco"

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    Gilles Deleuze