As regras de ouro dos casais saudáveis - Porque “felizes para sempre” é uma construção diária

    Augusto Cury

    Academia
    2020
    184 páginas
    6h 8m
    ISBN-13: 9788542217841
    Português Brasileiro

    “Casais inteligentes têm uma mente madura, atentam ao essencial, à grandeza do afeto, à notoriedade do diálogo, ao espetáculo do respeito mútuo, enquanto casais desinteligentes valorizam o trivial, brigam por tolices, dissipam sua energia psíquica com pequenos estímulos estressantes, são rápidos em se acusar e lentos para se abraçar. Casais inteligentes mapeiam e domesticam os vampiros emocionais que sugam sua alegria, espontaneidade e romance, enquanto casais desinteligentes escondem os fantasmas nos porões de sua mente. Você é um especialista em apontar falhas ou em apontar os acertos de quem ama? Você mapeia sua irritabilidade, medos, manias, sofrimento por antecipação ou trancafia os fantasmas psíquicos em sua mente? As regras de ouro dos casais saudáveis expostas neste livro pertencem à teoria da inteligência socioemocional (multifocal) que utilizei em mais de 20 mil sessões de psicoterapia e consultas psiquiátricas ao longo da minha carreira como profi ssional de saúde mental e como pesquisador do processo de construção de pensamentos, formação do Eu, papéis conscientes e inconscientes da memória, educação da emoção e formação de pensadores.” AUGUSTO CURY

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    Elton Jonas da Silva05/07/2025Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    O Código da Felicidade a Dois: Regras de Ouro para Casais que Florescem!

    Cheguei ao fim de uma jornada que, na verdade, não se encerra aqui — porque ler esse livro não foi sobre acumular informações, nem sobre buscar respostas prontas. Foi sobre abrir espaço para perguntas que realmente importam. Cada regra, cada chave, cada reflexão que atravessou minha leitura não fala só sobre o outro — fala, antes de tudo, sobre mim. Sobre a forma como tenho me colocado na vida, no amor, nos vínculos e, sobretudo, dentro de mim mesmo. Talvez a maior descoberta desse caminho seja entender que relacionamento não é um lugar onde a gente vai para ser salvo — é um lugar onde a gente vai para crescer. E crescer dá trabalho. Dá desconforto. Dá responsabilidade. Mas também oferece algo que nenhuma ilusão, nenhum atalho e nenhum romantismo barato pode oferecer: um amor que é abrigo, que é construção, que é escolha madura — não fantasia. Se há algo que este livro me ensinou, é que o amor não sobrevive do que se sente. Ele vive do que se cultiva. Do olhar que não se perde na rotina. Da palavra que não se afasta no silêncio. Do gesto simples que não espera datas especiais. Da decisão diária de ser, para o outro, um espaço de crescimento — não de cobrança. Por isso, ao encerrar essa leitura, fica um convite claro e definitivo: não seja mais espectador da sua própria história emocional. Que você não terceirize mais sua paz, sua alegria, seu equilíbrio. E que, se escolheu amar, faça disso uma escolha que se traduz em atitudes — não em discursos. Porque amor não é mágica. É construção. E quem não aprende a construir, se especializa em destruir — mesmo sem querer. Siga. Cresça. Escolha. Invista. Não pelo outro, mas porque você entendeu que a sua própria maturidade é, na verdade, o maior presente que você pode oferecer a quem caminha com você.

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