O jovem Hitler - Os anos de formação do Führer

    Paul Ham

    Objetiva
    2020
    304 páginas
    10h 8m
    ISBN-13: 9788547001018
    Português Brasileiro

    Investigando a juventude de Hitler, seus diários de guerra e o início de sua carreira política, Paul Ham desvenda o homem por trás do mito. Biógrafos normalmente deixam em segundo plano a história de Hitler na Primeira Guerra Mundial. Censores nazistas fizeram de tudo para suprimir os fatos de sua juventude, e, para a maioria das pessoas, seu papel na Grande Guerra permanece obscuro. Quando jovem, ninguém diria que Adolf Hitler seria o futuro líder da Alemanha, conquistador da Europa e exterminador dos judeus. Sem ambições acadêmicas e com poucos amigos, ele era teimoso e obstinado, considerado excêntrico e sem habilidades sociais. Então, quais combinações de traços, circunstâncias e eventos o moldaram para que se tornasse quem se tornou? As respostas estão nas experiências de sua juventude, em Linz, Viena e Munique, e como um jovem soldado na Grande Guerra. Quando Hitler foi para a guerra, em 1914, com 25 anos, embarcou no que mais tarde definiria como “a experiência mais estupenda da vida”. Ao fim da guerra, na cama de um hospital e temporariamente cego pelo gás de mostarda, ele abriu os olhos em um novo e terrível mundo: a Alemanha havia sido derrotada e o Kaiser estava foragido. Hitler, porém, nunca aceitou esses eventos. A guerra foi uma marca dolorosa em sua personalidade, e dela nasceu a determinação para a vingança contra os “criminosos” que assinaram o armistício, contra os socialistas que ele acusava de esfaquear o exército pelas costas e, mais violentamente, contra os judeus. “Um estudo conciso de um dos homens mais fascinantes e cruéis da história… Essencial para qualquer um interessado em história militar.” ― Soldier

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    Adiel Guimaraes Guimaraes picture
    Adiel Guimaraes Guimaraes04/01/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    !@!@@

    Não precisamos ir além da passeata de supremacistas brancos em Charlottesville, na Virgínia, em agosto de 2017, durante a qual um homem que se identificava como neonazista avançou com seu carro contra um grupo de pessoas e matou uma jovem, enquanto centenas de outros exibiam suásticas ou símbolos de grupos nacionalistas brancos como Vanguard e Ku Klux Klan e diversos indivíduos realizavam a saudação nazista. Ao fazer isso, os neonazistas de hoje se expõem, sem perceber, a uma acusação devastadora: com base em qualquer teste moral objetivo, eles são mais repulsivos do que os integrantes típicos do movimento de Hitler, porque os nazistas de hoje se envolvem com a atividade sórdida de demonizar “raças” e religiões inteiras com plena consciência dos crimes genocidas cometidos pelo homem em cujo nome atuam. Não se poderia dizer o mesmo da maior parte do baixo escalão nazista na década de 1940, que ignorava a existência ou a dimensão total da Solução Final.

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