Ecce Homo - De como a gente se torna o que a gente é

    Friedrich Nietzsche

    L&PM
    2003
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-10: B00A3DE7WQ
    Português Brasileiro

    "Ecce homo. De como a gente se torna o que a gente é", a mais poética – e a mais grandiosa – dentre as obras dedicadas ao egocentrismo humano, é também a mais singular das autobiografias que o mundo um dia conheceu. Gerada no limiar – inclusive temporal – entre a razão e a loucura, "Ecce homo" está longe de ser apenas o produto da insânia. Nietzsche foi um dos mais importantes pensadores alemães de todos os tempos e estendeu a área de suas influências para muito além da filosofia, adentrando a literatura, a poesia e todos os âmbitos das belas-artes. Com sua obra quebradiça e aparentemente fragmentária, que no fundo adquire uma vitalidade orgânica que lhe dá unidade através do aforismo, ele foi, na realidade, um dos críticos mais ferozes da religião, da moral e da tradição filosófica do Ocidente. Nietzsche escreveu, ele mesmo, a melhor obra para entender a obra de Nietzsche. É o "Ecce homo", sua autobiografia escrita aos quarenta e quatro anos, o último suspiro antes do declínio, um dos mais belos livros da história da literofilosofia universal

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    SUELI ADUAN24/10/2009Resenhou um livro
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    Determinante na minha formação

    Quando li pela primeira vez esse livro, era muito jovem, e penso que muito não foi assimilado. É uma obra muito complexa, mas relendo outras vezes, posso dizer que foi determinante na minha formação. Ecce Homo, obra autobiográfica, onde o autor mostra a possibilidade, da “libertação de formas de pensar”, e que só nessa condição vale a pena pensar e viver. Diz Nietzsche: “Ninguém vive por nós a nossa própria vida, ninguém pode pensar por nós e para nós”. “Sê tu próprio”. Também nesse livro faz fortes críticas aos intelectuais alemães, devido ao comportamento que chamou de “rebanho” do fazer humano. Revitalizar as energias do homem e os estados de humanização é o vôo de Nietzsche, nesse livro, e claro, em outros. Foi um precursor da pós-modernidade.

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