As vantagens de ser invisível - nunca estamos sozinhos

    Stephen Chbosky

    Lua de Papel
    2018
    264 páginas
    8h 48m
    ISBN-13: 9789892342795
    Português

    Charlie tem 15 anos e ainda sonha com o primeiro beijo. Tímido, introvertido, não tem qualquer amigo. Acaba de entrar no décimo ano e já conta os dias que lhe faltam para acabar o secundário. Olha à sua volta e sabe que não pertence a nenhum grupo. É apenas um miúdo sensível, com uma inteligência superior à média, dividido entre viver a vida ou fugir dela. Na dúvida, prefere ser invisível, como uma flor no papel de parede, que está lá mas em quem ninguém repara. Não se vai manter invisível durante muito tempo. Sente a pressão do primeiro encontro, da primeira namorada. Em seu redor há festas, sexo, drogas e um suicídio que o marca para sempre. Mas há também Sam, uma finalista por quem se apaixona perdidamente. E o meio-irmão dela, Pat, que é homossexual mas ninguém sabe. Os dois vão acolher Charlie, iniciá-lo num mundo de descobertas, guiá-lo ao longo dos misteriosos anos da adolescência.

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    Mayane de Souza Damasceno picture
    Mayane de Souza Damasceno22/08/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Eu me sinto infinito.

    Eu posso afirmar com toda a certeza que esse foi o melhor livro que já li. E eu não digo melhor no sentido em que foi o que eu mais me distraí ou me diverti lendo, isso também. Mas o melhor no sentido em que mais me fez refletir sobre mim mesmo, que mais me trouxe ensinamentos e que mais me fez querer ser uma pessoa melhor. Por mais que, aos olhos de uma outra pessoa esse livro seja de uma leitura simples e até mesmo confusa, para mim foi a que mais me afetou, de todas as maneiras. Eu acho que foi porque uma das razões somente, é lógico ler ele me fez querer apreciar mais ainda as pequenas coisas da vida ao meu redor, e apreciar mais pequenas coisas da vida ao meu redor, que antes passavam por mim invisíveis. Me senti uma parte de Charlie, e não foi só porque me identifiquei com Charlie em muito de sua personalidade. Mas porque ele tudo - pareceu tão real que eu realmente senti o que ele descrevia, uma parte do que ele sentiu. Talvez eu tenha me sentido Charlie, talvez tenha me sentido o Querido Amigo. Não sei quem eu me sinto mais, ou quem eu quero me sentir mais. Sei que esse livro já influenciou bastante em minha pessoa logo que acabei de ler. Não sei qual será minha visão à respeito do livro daqui à dois meses, ou anos ou quando eu for realmente mais velha, mas espero que seja tão boa quanto a que foi quando o li pela primeira vez ou na segunda. Ele parece o tipo de livro que eu vou sempre gostar e vai sempre me acrescentar algo a mais, a cada a vez que eu ler. Estou lendo ele pela 2° vez no momento. Tem algumas coisas que eu quero absorver mais, outras que quero entender mais e sem falar que quero escutar as mesmas canções de Charlie, e me sentir infinito com ele, lendo seus pensamentos e ouvindo suas canções. Vou ler mais devagar dessa vez, para ter mais tempo de conhecer ainda melhor Charlie e seus amigos. E me conhecer mais, também. Eu queria que todo mundo lesse esse livro, e que todo mundo que lesse esse livro se sentisse como eu me senti lendo ele e à respeito dele. Porque eu me senti infinito. E foi maravilhoso.

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