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    A Última Palavra -

    Thomas Nagel

    Unesp
    2001
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-10: 8571393427
    Português Brasileiro
    4.5
    16 avaliações
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    Este livro é uma defesa a um só tempo lúcida e apaixonada da razão. Nele, como o próprio título diz, um dos mais influentes filósofos norte-americanos da atualidade se questiona sobre o modo como as tentativas de compreender e de justificar chegam a um termo. Aos que defendem a perspectiva subjetivista, segundo a qual a primeira pessoa, do singular ou do plural, se esconde no interior de tudo aquilo que dizemos ou pensamos, Thomas Nagel contrapõe o ponto de vista racionalista, de acordo com o qual a razão pode servir de instância de apelação não só contra as opiniões transmitidas e os hábitos da comunidade, mas também contra as peculiaridades de nossa perspectiva pessoal. Indo de encontro às diversas formas contemporâneas de subjetivismo e de relativismo, o autor sustenta que a idéia de razão remete a métodos de justificação não localizados e não relativos - métodos que distinguem entre universidade legítima e inferências ilegítimas, e que almejam atingir a verdade em sentido não relativo.

    Resenhas (2)Ver mais
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    Paulo Santoro07/04/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A Razão

    Este livro é um esclarecimento dos mais necessários sobre o papel da Razão e sua importância, num mundo em que o subjetivismo e o relativismo têm se alastrado pela intelectualidade. Estou revendo alguns trechos por aqui: "Um dos fatores que têm contribuído para a desvalorização da razão é a concepção errônea da importância da linguagem para a filosofia." "Para sermos racionais, precisamos assumir responsabilidade por nossos pensamentos, negando que estes sejam apenas manifestações de nossos pontos de vista." Como ele mostra em outro ponto, a afirmação "Tudo é subjetivo" é um disparate, já que, se ela é objetiva, então é falsa, e, se é subjetiva, então não importa. Ah, mas o fascínio das ideias incoerentes!...

    4 curtidas

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