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    A Raposa -

    Frederick Forsyth

    Bertrand Editora
    2019
    280 páginas
    9h 20m
    ISBN-13: 9789722537865
    Português Brasileiro
    3.4
    12 avaliações
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    Adrian Weston, ex-chefe do MI6, Serviço de Informações Secretas britânico, é acordado a meio da noite por um telefonema da primeira-ministra que lhe dá uma notícia perturbante. Os impenetráveis sistemas de informação da NSA, a Agência de Segurança Nacional norte-americana, foram violados por um inimigo desconhecido, imediatamente batizado como a «Raposa». A caçada começa e, surpreendentemente, descobre-se que o responsável pelo ataque é Luke Jennings, um inofensivo adolescente inglês excecionalmente inteligente. Os americanos exigem a sua extradição, mas Weston tem outros planos: se Luke fez o que fez, por que não aproveitá-lo contra as ameaças ao Ocidente? Se foi capaz de quebrar os nossos sistemas de segurança pode fazer o mesmo com os dos nossos inimigos. Luke, uma vez identificado, torna-se vulnerável, fica inevitavelmente exposto a enormes perigos e transforma-se rapidamente no homem mais procurado do planeta. Perseguido, detido, protegido ou em liberdade, aconteça o que acontecer, o que importa é que não caia em mãos erradas, porque se tal suceder as consequências são imprevisíveis e podem comprometer o equilíbrio mundial. Uma intriga arrepiante que atravessa continentes e que é pautada pelos novos rumos que, nos dias de hoje, acompanham a espionagem tecnológica.

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    MARCOS GARCIA JANSEN picture
    MARCOS GARCIA JANSEN25/02/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O autor já escreveu livros melhores. É uma obra palatável. Conta a aventura de um garoto inglês com síndrome de Asperger, um gênio na invasão de sistemas de segurança, mas sem nenhuma noção do que isto representa. Comete um crime terrível, que é a invasão da NSA americana. É inglês e para evitar que o garoto seja extraditado para os EUA e arrasado pelos americanos que vão querer extrair dele coisas que o garoto desconhece, pois é incapaz de manter uma conversação básica para uma criança de cinco anos a premiê inglesa resolve convocar um ex espião que suspeito que frequente os romances do Daniel Silva. Se aposentou como o chefe do MI6 inglês. Como era respeitado no meio, a premiê inglesa dá todo seu apoio para cuidar do delicado assunto. Nesta altura o romance melhora muito. Sir Adrian resolve usar a competência do garoto para resolver casos internacionais que preocupavam os americanos. E ai vamos nos envolver com Irã, Coreia do Norte etc. A Rússia tem um protagonismo importante por seu apoio aos países escolhidos por Sir Adrian Weston. O chefe da espionagem russa já havia cruzado o caminho de Sir Adrian a a coisa torna-se um tanto pessoal. É uma leitura agradável, mas nada de notável.

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    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas8%
    Frederick Forsyth profile picture

    Frederick Forsyth

    Piloto, agente secreto, jornalista e escritor, Frederick Forsyth foi educado na Tondridge School, e depois na Universidade de Granada, na Espanha. Aos 19 anos, começou a servir a RAF (Royal Air Force) como um dos mais jovens pilotos, tendo servido até 1958. Depois começou a trabalhar no Eastern Daily Press como repórter. Em 1961, se tornou correspondente da Reuters em Paris. Trabalhou também na Alemanha Oriental e na Tchecoslováquia. Retornando a Londres em 1965, trabalhou como repórter de rádio e televisão na BBC, o que lhe proporcionou a oportunidade de conhecer a fundo os grandes dramas da política internacional. Essa experiência no jornalismo o ensinou a ser minucioso e preocupado com as verdades históricas. Utilizando o trabalho de correspondente diplomático assistente, cobriu o lado biafrense da guerra entre a Nigéria e Biafra de julho a setembro de 1967, além de iniciar suas tarefas como espião britânico, confirmadas pelo próprio autor em sua autobiografia. Foi este trabalho e a pesquisa relacionada que interessaram a ele como verdade histórica. Em 1968, deixou a BBC para retornar para Biafra e cobriu a guerra, primeiro como freelance e depois para o Daily Express e para a revista Time. Em 1969, Forsyth escreveu A História De Biafra: O Nascimento de um Mito Africano sendo que a maior parte do livro foi escrita durante o mês de janeiro de 1969, e sobre o evento, o autor declarou: "Nada pode nem jamais poderá atenuar a injustiça e a brutalidade perpetradas contra o povo biafrense, nada pode nem jamais poderá atenuar a indignidade da participação ativa, embora indireta, de um governo britânico..." "Os vitoriosos escrevem a história e os biafrenses perdem. A conveniência muda as opiniões... e a recordação de Biafra e do que lá se perpetrou permanecem inconvenientes para muita gente." Em 1970, após nove anos de intensa carreira jornalística, Forsyth decidiu escrever um livro onde poria à prova os métodos de investigação da carreira de repórter e de agente secreto. Escolheu um tema romanesco e de certo modo misterioso: as tentativas da extrema direita francesa de assassinar o General Charles De Gaulle, presenciadas por Forsyth em 1962 em Paris. Nasceria assim, o primeiro de sua longa lista de sucessos: O Dia do Chacal. Confirmando as suspeitas de muitos fãs de seus romances de espionagem, em 2015 Forsyth reconheceu em sua autobiografia que trabalhou como espião do serviço de Inteligência Exterior do Reino Unido, o MI6, durante duas décadas­­. Suas andanças como espião começaram durante a guerra de Biafra (Nigéria), de 1967 a 1970, quando agentes de inteligência se aproximaram “para ver se podia contar o que estava acontecendo”, segundo relata Forsyth. “No último ano da guerra mandei tanto notícias aos veículos de comunicação como informes adicionais a meu novo amigo”, conta. Forsyth aceitou comprovar para o MI6 se, ao contrário do que dizia o próprio Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido, “estavam morrendo crianças pelas mãos da ditadura de Lagos”, de acordo com a BBC. O romancista diz que não cobrou honorários por esse trabalho específico. “Tratava-se de um ato voluntário em um ambiente que era, naquela época, muito diferente, com a Guerra Fria a todo vapor”, afirmou o escritor. Que, no entanto, recebeu como contrapartida o consentimento do MI6 para introduzir suas experiências reais como espião em seus livros. “Me diziam para mandar as páginas para eles para que aprovassem ou censurassem. De forma geral a resposta era ‘OK, Freddie!’”, afirma Forsyth. Em "O quarto protocolo" omitiu como detonar uma arma nuclear, após a revisão do original pelo MI6. "Não queriam que ninguém fizesse aquilo.", explicou. Forsyth permaneceu trabalhando para o MI6 até pelo menos o ano de 1987. A lista de thrillers que escreveu após o grande sucesso de O Dia do Chacal o tornou um best-seller internacionalmente reconhecido. Especializou-se em romances envolvendo espionagem e política internacional. Com O Fantasma de Manhattan, flertou com romances de suspense, mas o resultado foi decepcionante para seus antigos leitores. Estão entre seus grandes livros os romances A Alternativa do Diabo, Dossiê Odessa e O Quarto Protocolo, Frederick Forsyth fala francês, alemão e espanhol fluentes, e viajou por toda a Europa, Oriente Médio e África, e estas experiências podem ser vistas na autenticidade dos seus livros. Em 10 de setembro de 2015, a autobiografia de Forsyth, 'The Outsider: minha vida em intrigas', foi publicada. Em 2016, Frederick Forsyth revelou que vai parar de escrever ficção porque sua mulher o considera muito velho para viajar pelo mundo atrás de informações. "Estou cansado e não posso ficar em meu escritório para escrever romances", disse o autor. Após sua última viagem à Somália para obter informações para o livro "A lista", Forsyth conta que sua esposa afirmou: "Você está muito velho, estes locais são muito perigosos e você não corre tão rápido como antes". Forsyth, que sempre utilizou máquina de escrever, disse que tentou pesquisar informações sobre a Somália na internet, mas que ficou muito "insatisfeito" com os resultados.

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    Kent, Inglaterra

    Frederick Forsyth