Dispensável
Manifestos têm a característica de terem sua relevância atrelada à quem escreve por um motivo: conhecimento técnico. Quando o autor cita filmes da cultura pop como argumento, já dá a sensação de um amador sem conhecimento aprofundado/técnico. Fica bem superficial, coisa de entusiasta. Fora que o autor fala algumas coisas típicas de europeu com pensamento de colonizador que já eram absurdas em 2016. A única coisa válida nesse livro foi a sugestão da criação de um Conselho Global de Ética Digital, sugestã de princípios, de 5 leis de ética e 9 (acho) de “nãos ousados”, que garantiriam a liberdade individual e dignidade da pessoa humana. Preciso reconhecer que foram boas sugestões, o resto do livro é dispensável e com previsões mais pessimistas sobre a tecnologia que podem gerar alarde que atrapalhariam um debate sério.

