Deus Existe? Será que um Designer criou nosso Universo, ou ele evoluiu de maneira espontânea? Pode a ciência ser objetiva e, ao mesmo tempo, admitir a possibilidade de que Deus existe? Isso faz diferença? Ariel Roth, cientista e pesquisador cristão, analisa os pontos-chaves relacionados com a questão de Deus e a existência do Universo: a intrincada organização da matéria no Universo a precisão das forças da física a complexidade do olho e do cérebro o sofisticado código genético a disparidade entre o registro fóssil e o tempo necessário para a evolução Em face de tanta evidência que parece exigir um Deus para explicar o que vemos na natureza, por que a comunidade científica permanece em silêncio sobre o Criador? Hipótese e especulações que tentam encaixar os dados em uma conclusão predeterminada existem aos montes. O que impede os cientistas de seguir os dados da natureza de direção em que apontam? Deus existe? Essa pergunta não vai simplesmente desaparecer, e a própria ciência está oferecendo a resposta.
A Ciência Descobre Deus -
Ariel A. Roth
Similares (6)
Ver maisO Evolucionismo Realmente é Confiável? A Ciência Apresenta Indicativos Que Não
Essa obra mostra como a ciência sem imparcialidade é falha. E falhou durante um século e meio. O autor Ariel A. Roth pesquisador e Zoólogo, natural da Genebra, Suíça. Que em 23 anos publicou mais de 180 artigos e que tem grande reconhecimento na comunidade científica nos Estados Unidos. Não só trás evidências científicas a respeito do Desígnio Inteligente, como apresenta descobertas e resultados de pesquisas que questionam imensas lacunas da teoria evolucionista. Das quais até hoje não se têm justificativa. Em palavras do próprio Darwin " Se ficasse demonstrado que algum órgão complexo existiu, o qual possivelmente não teria sido formado por numerosas, pequenas e sucessivas modificações, minha teoria desmoronaria simplesmente. Mas não encontro caso como esse."(Darwin C. 1859, 1985. The origin of species. Londres: Penguin Books, Pg 219. No capítulo desta citação, o autor mostra a complexidade do olho e do cérebro com evidências científicas e numerações matemáticas que elucidam a probabilidade de órgãos complexos como o olho, surgirem de forma gradativa. Para ficar mais claro, o autor, com base em estudos científicos testáveis. Evidencia que é impossível as proteínas e todo o aparato desses órgãos se remontarem ao longo dos anos. Sendo que tal precisa de todos os elementos fisiológicos de sua composição, para funcionar de forma eficiente. Do mesmo modo refutando também as pesquisas de Dan- E Nilsson e Susanne Pelger. A obra é esplêndida, e cheia de referências dos mais celebres pesquisadores das mais diversas áreas das ciências, principalmente na Biologia Molecular. O autor cita argumentos de tais pesquisadores defensores do evolucionismo, como da mesma forma de celebres pesquisadores da história, como Newton, e outros da atualidade, defensores do Designío Inteligente, como Bretz e suas conclusões a respeito das interpretações catastróficas. Estas que evidenciam o período curto de formações geológicas. Ariel, Compara seus argumentos e mostra dados científicos, que de certo modo questionam pontos falhos da teoria evolucionista. Como analisando dados, elucidados nas categorias de pesquisa, da: matéria, forças, vida, órgãos, tempo, fósseis, e cérebro. A obra merece ser lida por qualquer cientista que se preze como tal. Mantendo o olhar imparcial, a fim de avaliar melhor os fatos e dados científicos que foram ignorados há um século e meio. "Mesmo que todos os dados apontem para um designer inteligente, essa hipótese é excluída da ciência porque não é naturalista." Ariel A. Roth ( 2013 apud Scott Todd 1999). pg 250. A imparcialidade na averiguação dos fatos é imprescindível ao fazer ciência. Pois qualquer tendenciosidade na interpretação destes dados, limita a descoberta realizada, e a impede de que tal mostre a verdade que nos motivou a buscá-la. Para ser ciência, é preciso haver imparcialidade, e não apenas fidelidade a teorias não testáveis. O autor exemplifica, citando o caso do médico Semmelweis e os germes causadores da febre puerperal. Sua sugestão, era que profissionais de saúde da época, simplesmente lavassem as mãos antes e depois de operações cirúrgicas, mas sua sugestão foi ignorada, e desacreditada pela comunidade médica da época. Tal ato salvaria muitas mulheres parturientes. Se tais profissionais analisassem os fatos de forma neutra. Sem impor juízo de valor. O que infelizmente é muito comum na comunidade cientifica atual, na qual pesquisadores ignoram fatos e dados, e acreditam em afirmações teóricas como o evolucionismo, de forma a apoiar suas ideologias pessoais. Desta forma se torna proibido mostrar a coerência científica que o Desígnio Inteligente apresenta.
Estatísticas
Avaliações
4.2 / 70- 5 estrelas40%
- 4 estrelas44%
- 3 estrelas13%
- 2 estrelas3%
- 1 estrelas0%





