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    El Naturalismo -

    Émile Zola

    Peninsula
    1989
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788483070888
    Espanhol
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    Establecer las diferencias que existen entre la observación y la experimentación a nivel literario es el procedimiento esencial para acotar la confusa frontera existente entre el realismo tradicional y el naturalismo de Zola. Para este, la realidad es superior a la imaginación, y los protagonistas de sus novelas no son entes abstractos sino más bien individuos de carne y hueso en constante lucha con su ambiente físico-sociológico. A la defensa de estos principios se consagran los textos reunidos en este volumen programático. Émile Zola (París, mil ochocientos cuarenta-mil novecientos dos), autor de la escuela naturalista, es autor de una enorme novela cíclica («Les Rougon-Macquart»). Es asimismo autor de esenciales obras de crítica de arte («Édouard Manet») y de crítica literaria («Le roman expérimental»). Atraído por las teorías socialistas y evolucionando cara una visión salvífica del futuro («Les Quatre Évangiles»), tomó partido en las luchas políticas de su país («J’accuse»).

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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