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    Colmeia de Sangue -

    Alan de Sá

    Sinna
    2019
    141 páginas
    4h 42m
    ISBN-10: B082XL15Y2
    Português Brasileiro
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    Dizem que o sangue que nos une é o mesmo que nos separa. Pelas trilhas tortuosas e desconhecidas, o rubro também traz trevas e maldições, embora a humanidade ainda desconheça tais mistérios, guardados pelo seio materno da mãe noite em seu manto sepulcral de estrelas mortas. Os ancestrais ainda falam sobre as criaturas mortas, rejeitadas por Deus e o diabo, que apodreceram em suas maldiçoes no esquecimento eterno, mas nem tudo que morre está predestinado á fenecer para sempre. Na década de 90, quando a desgraça e o medo banharam o Rio de Janeiro com a chegada do eclipse de sangue, o sumiço dos moradores foi o primeiro sinal do mal á espreita. Uma tumba sagrada, descoberta na misteriosa Pedra da Gávea revelou muito mais que apenas joias e relíquias centenárias. Carcaças e cadáveres exumados de crianças e adultos constituíam o santuário proibido, mais tarde nomeado de “Colmeia de Sangue”, atraindo a mídia e visitantes curiosos de toda parte dispostos à darem as próprias vidas para desvendarem os mistérios ali enterrados. As versões do desfecho dessa trama são inúmeras. Poucos registros restaram para narrar a veracidade e a existência dos filhos das sombras, os Allu, seres noturnos de prezas e unhas afiadas, e todo o horror que trouxeram consigo.

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    Alan Matos de Sá

    Baiano de Feira de Santana, é formado em jornalismo, mas atua como redator publicitário. Publicou o romance folclórico Marani em 2017, além de participar de antologias de terror e suspense, como Rio Vermelho (Luva, 2018), Daemonum Sigillum (Hope, 2018) e Creepypastas vol. 2 (Lendari, 2019), além de publicar O Lago Aruá (Editora Corvus) em 2019. Junto com Alec Silva e G. G. Diniz, é um dos criadores do movimento literário sertãopunk. Tem uma capivara de nome Esteban – Josevaldo, sua lagartixa, desapareceu misteriosamente.

    16 Livros
    14 Seguidores
    Bahia, Brasil

    Alan Matos de Sá