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    A Maltrapilha (Biblioteca Das Moças #62) - a maltrapilha

    Concordia Merrel

    Nacional
    1955
    228 páginas
    7h 36m
    Português Brasileiro
    3.7
    13 avaliações
    Leram25Lendo0Querem9Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos2Desejados9Avaliaram13

    Durante uma excursão com os amigos, Kay Hallam encontrou uma jovem de rara beleza, dançando na feira, mas era selvagem e maltrapilha. Encantou-se por ela e prometeu ajudá-la de alguma forma. Robin, guiada por um impulso desesperado, resolveu aceitar a oferta, afinal, era a filha de um presidiário agora e não tinha para onde ir. Mas logo percebeu que ele era um homem egoísta, levava uma vida luxuosa e sem ideais, tinha amigos bajuladores, e passou a expô-la ao ridículo. Além disso, Robin, ainda sofria com as armações de uma mulher interesseira, que pretendia fisgar Kay. Diante disso, Robin decidiu dar uma dura lição em Kay, seria algo ele jamais esqueceria...

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    Caio Chaves picture
    Caio Chaves14/08/2015Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Ler um romance antigo é sempre uma experiência engraçada e talvez não tão proveitosa, porque a minha leitura é baseada nos conceitos do que eu entendo por romance do século XXI e que acabam moldando o que eu espero do gênero. Com Robin, a Maltrapilha já somos apresentados de cara ao que encontraremos durante as 160 páginas da história, um melodrama clássico de uma pobre menina linda e doce e um rico playboy só que a sinopse deixa caminho para uma o grande plot twist que só acontece lá apartir da página 100 do dito romance. Segundo dados escassos que achei na internet o original foi publicado em 1925 e a passagem em que os produtores tentam fazer a Robin ser tão famosa quanto uma estrela daquele período, Mary Pickford, conhecida por seus papéis inocentes e virginais. Bem antigo e datado, claro. Mais embora nas 20 primeiras páginas meu interesse pela história tenha sido nulo, logo simpatizei com a Robin, bem decidida e arrojada ela enfrentou desde o início bastante provações em busca da felicidade e logo vi no protagonista masculino que tem dois nomes e isso causa uma enorme confusão até se acostumar, um grande babaca e isso que ele foi durante todo o livro e mesmo no final o amor que ele sentia por ela nunca me convenceu totalmente, faltava algo para realmente eu acreditar naquele sofrimento porque ele foi a principal causa de todas as lágrimas que a Robin derramou. Ela por outro lado foi a melhor parte da história e fiquei muito triste de ver ela se tornar totalmente apática e submissa na terceira parte da história, a mesma graça e irreverência foi perdida e ela se transformou em uma protagonista chata e chorona, além de tudo bem acomodada a situação atual dela. Há diversos furos de enredo que simplesmente não dão para relevar como o sumiço do marido, a total falta de procura por parte da polícia/detetive, a vilã da história simplesmente desaparecer e a amizade que ela sentia pelo Andrew ser excluída totalmente e só ser lembrada na última página. Além do galã ter passado por poucas e boas, mesmo tendo um pai rico e influente (a desculpa foi meio ridícula, mas sem spoiler) Ele tem bastante cenas de romances algo bem casto e sentimental demais para alguns, bem descritivo o que cansa bastante a leitura, além de uma tradução muito sofisticada para um simples romance, só vale a pena a leitura pela Robin ser uma mulher independente e bem segura da vida, além de ser a melhor personagem, ela sempre tem uma lição importante para ensinar para todos os homens da história. Ela consegue ser mais segura e independe do que Anastacias e Bellas Swans da vida.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 13
    • 5 estrelas46%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas38%
    • 2 estrelas15%
    • 1 estrelas0%
    Concordia Merrel profile picture

    Concordia Merrel

    Concordia Merrel, pseudônimo de Mary Phyllis Joan Morton (1885 – 1962), nascida Logan, foi uma escritora e modelo fotográfico inglesa do início do século XX. Mary Phyllis Joan Logan era filha de Thomas Tweddle Logan (1855-1936) e Beatrice Maud Pattenden (1860-). Era modelo fotográfico e fez muitas propagandas, inclusive foi a "Garota Kodak 1910", a “original garota Kodak, de vestido listrado”, trabalhando para a empresa por muitos anos. Foi casada com o ator Franklyn Dyall (1874-1950), com o qual teve o filho Valentine Dyall (1908-1985), famoso por ser o “homem de preto” no rádio, e que é pai do estilista Christian Dyall. Posteriormente, Mary foi casada com Cavendish Morton (1876-1939), fotógrafo, ator e diretor de arte nascido nos Estados Unidos de pais ingleses. Mary viveu com Cavendish na Ilha de Wight, e teve com ele dois filhos, os gêmeos Concord (1911) e Cavendish (Cavie) Morton (1911), este também artista plástico. Mary foi modelo de muitos trabalhos fotográficos do marido.

    9 Livros
    0 Seguidor

    Concordia Merrel