Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores37
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Mujeres de Salem - Cómo hemos condenado a nuestros hijos

    Thomas Gilbert

    Dibbuks
    2019
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788417294588
    Espanhol
    3.7
    12 avaliações
    Leram13Lendo2Querem21Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos1Desejados21Avaliaram12

    “Me llamo Abigail Hobbs. Tengo catorce años. Vivo con mis padres en Salem Village. He tenido una infancia feliz, nada me inquietaba. Sí, ni la menor nube en el horizonte. Y después llegó ese día fatídico. Fue el año pasado. Lo recuerdo con precisión… El día en que empezó todo…” Así comienza Mujeres de Salem, una emocionante y aterradora inmersión en el estrecho y opresivo universo de una colonia puritana en Nueva Inglaterra en el siglo XVII. Un pueblo cuyo nombre seguirá siendo infame por los juicios de las “brujas”, el oscurantismo y el fanatismo religioso.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    Marcela picture
    Marcela26/03/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Dá raiva e dá pena

    Essa novela gráfica conta a história de Salém e de como a corda sempre arrebenta pro lado da mulher. Apesar da história se passar em ali entre 1691 e 1692, é muito fácil fazer um paralelo com o que acontece ainda hoje: homens utilizando leis e religiões feitas por (e para) homens, para oprimir, matar e controlar mulheres. A religião e seu impositor mais importante na cidade, o reverendo, são um show de horror e opressão, que acabam no famoso episódio que condena mulheres à morte. Ao mesmo tempo vemos a hipocrisia dos “fiéis” que pregam uma coisa e fazem outra e que são pessoas horríveis, só esperando a chance de se mostrarem como realmente são, sob a desculpa e o nome de deus. Também cabe destacar o caráter calculista do reverendo que instala o caos e o medo na própria comunidade para controlar seus habitantes, se aproveitando da ignorância. Fica evidente que ele não quer “salvar” nem ajudar ninguém. O que ele quer é alimentar o seu ego e exercer seu poder sobre o resto da população de Salém. Os traços são muito bonitos, as variações de cores conforme o teor da história vai ficando cada vez mais densa e sombria, dão um toque especial para a imersão na história. Tirei uma estrela da avaliação porque no final tem um reflexão sobre feminismo que me pareceu bem cirandeira.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 12
    • 5 estrelas17%
    • 4 estrelas58%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas0%
    Thomas Gilbert profile picture

    Thomas Gilbert

    Thomas Gilbert nasceu em 1983. Estudou quadrinhos na École Supérieure des Arts Saint-Luc em Bruxelas, Bélgica. Em 2010, desenhou e escreveu a série Oklahoma Boy, mesmo ano em que iniciou Bjorn le Morphir, série de sete volumes com o roteirista Thomas Lavachery. Trabalhou na oficina Mille em Bruxelas, local partilhado com outros autores de HQs, como Jérémie Royer, Émilie Plateau, Léonie Bischoff, Nicolas Pitz, Flore Balthazar e Tiff. Entre suas influências, encontram-se os autores e trabalhos publicados pela editora L’Association, além de quadrinistas como Taiyo Matsumoto e Michael DeForge. Em 2018, publicou Salem, um mergulho fascinante e aterrador no universo restrito e opressivo da colônia de Salem, Nova Inglaterra, no século XVII. Ele mora em Paris.

    3 Livros
    0 Seguidor
    Anjou, França

    Thomas Gilbert