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    O Cadáver que Ri (Anita Blake #2) - Vampire Hunter Series

    Laurell K. Hamilton

    Rocco
    2010
    341 páginas
    11h 22m
    ISBN-13: 9788532525499
    Português Brasileiro
    4.3
    604 avaliações
    Leram1024Lendo18Querem747Relendo3Abandonos15Resenhas26
    Favoritos125Desejados747Avaliaram604

    A caçadora de vampiros e ressuscitadora de mortos Anita Blake está de volta em O cadáver que ri, de Laurell K. Hamilton. No segundo livro da série, iniciada com Prazeres malditos, ela terá que ajudar a polícia de Saint Louis a deter uma criatura misteriosa e sedenta de sangue, que invade casas e devora famílias inteiras. Paralelamente, precisará usar o máximo de suas habilidades para escapar de uma poderosa sacerdotisa vodu e de um milionário vingativo. A sensual protagonista criada por Hamilton, principal nome da literatura gótica e sobrenatural da atualidade, já seduziu mais de seis milhões de fãs em todo o mundo, foi traduzida para 16 países e ganhou adaptação para o formato graphic novel pela principal editora de quadrinhos do mundo, a Marvel Comics. Logo no início da trama, Anita e seu chefe, Bert Vaughn, visitam Harold Gaynor, um cliente em potencial da Ressuscitadores, Inc., empresa de Bert. Ladeado por seguranças, Gaynor – um milionário paraplégico – oferece uma alta quantia em dinheiro para que Anita traga de volta um cadáver de 283 anos. Ao saber a idade do corpo, ela recusa o serviço: para funcionar, o ritual exigiria um assassinato, já que somente um sacrifício humano poderia ressuscitar alguém morto há tanto tempo. Ainda sob o impacto do pedido de Gaynor, Anita recebe um telefonema de Dolph Storr, detetive responsável pela mais nova divisão policial, a Equipe Regional de Investigação do Sobrenatural. A presença da ressuscitadora é necessária em uma cena de crime, a fim de ajudar a identificar a criatura responsável pelas mortes. Depois de dar uma olhada no que sobrou das vítimas, a jovem conclui que se trata de um zumbi. Para colaborar com a investigação da polícia, Anita pede a Manny Rodriguez, seu colega de trabalho na Ressuscitadores, Inc., que a leve até a casa de Dominga Salvador, a sacerdotisa vodu mais poderosa que ela já conhecera. Em um encontro tenso, Anita acaba despertando a raiva de Dominga, que promete lhe dar uma lição em breve. Enquanto isso, Gaynor coloca seus seguranças atrás da ressuscitadora, com a ideia de forçá-la a trabalhar para ele. Como se não bastassem Gaynor e Dominga em seu encalço, Anita ainda precisa lidar com Jean-Claude, o mestre dos vampiros de Saint Louis, que a deseja como serviçal humana. Em uma obra repleta de ação, entremeada por violência e sangue, Laurell K. Hamilton envolve os leitores em uma teia de mistério, que prende a atenção com tanta habilidade que é difícil escapar da tentação de ler todas as páginas de uma só vez.

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    Paula de Serkonos picture
    Paula de Serkonos12/06/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O zumbi que não achou graça

    Eu não sei quanto a vocês, mas acho que a Rocco tem problemas. Sinceramente, não tem como falar do livro sem falar da editora que faz merda. Se alguém leu a versão brasileira e achou que no segundo volume as merda da Rocco fossem melhorar, está errado. Eu estava, porque né. Depois de um tempo nesse planeta, você acaba supondo que se algo tem fãs, você melhora a qualidade. Quer dizer, eu imaginei que o trabalho de merda feito no primeiro volume acabava ali, mas não, continua e PIORA no segundo. Sério mesmo. O livro é todo torto e errado quando se trata de tradução e revisão. Trocou de tradutor, eu sei. Mas aí né, também é trabalho do revisor arrumar. Entretanto, não no caso da Rocco. Pouco tempo se passa após os acontecimentos de Prazeres Malditos, resenha aqui, porém Anita está quase totalmente recuperada após a luta com Nikolaos, a falecida vampira mestre da cidade de St. Louis, Missouri. Agora, o lindo e maravilhoso Jean-Claude é o chefão de todos os vampiros na área e ele está um tanto chateado: Anita Blake, sua serva humana está pouco se fodendo para ele, o que lhe bota em maus lençóis perante aqueles a quem deve mandar. Entretanto, essa não é a história central do livro, e um uma das sides. Ou seja, também não é um dos problemas mais importantes da Anita. A porra fica séria quando uma família é totalmente aniquilada por um zumbi que come carne. Eu tive que escrever esse ele era carnívoro porque, realmente, os zumbis da série são mortos-vivos pacíficos, em sua maioria. A crime scene é um tanto trágica porque geralmente, se há uma, há corpos. Mas não dessa vez, esse zumbi homicida não deixa cadáveres, ele deixa restos de gente. Basicamente isso. A grande questão do livro é sobre quem acordou esse zumbi, e é aí que entra a Señora, Dominga Salvador. Ela é uma sacerdotisa vodu e uma vadia, que tomou um curioso interesse em Anita e seus poderes como necromante. Além de Harald Gaynor, um cara que está disposto a pagar 2 milhões de dólares a Anita para que ela acorde um zumbi de trezentos anos. O engraçado de acordar zumbis é o preço. Para o ritual, você precisa de um sacrifício, e ele é proporcional à idade do cadáver. Digamos que se o morto tem mais de cem anos, o único sacrifício digno é a bode branco/bode sem chifres. Ou seja, humano. Eu, particularmente, não tenho TANTOS problemas assim com sacrifícios, pelo menos a partir do ponto em que funcionem. Mas a Anita e toda a sociedade da série não gosta. Então nós respeitamos e seguimos em frente. Entretanto, o sr. Gaynor não está tão contente com a resposta da nossa querida Anita e é aí que a merda vai pro ventilador. Porque, realmente, você nunca diz não para um cara que tem máquinas de matar disfarçadas de seguranças e moral/índole nenhuma. Ainda mais quando você já está atolada de problemas com uma sacerdotisa vodu egocêntrica com complexo de rejeição, sendo que o alvo é você. Como sempre, a história da caçadora de vampiros, animadora e necromante continua fabulosa e me encantando até sangrar meus olhos. Não é atoa que a série tem 21 volumes e eu já li metade deles. O engraçado é que não tem como só gostar de um personagem. Amo a Anita, amo o Jean-Claude, tenho orgasmos pelo Edward, Asher, Nathanael, etc. Micah nem tanto. Sem contar os vilões que só duram um livro, mas são tão mordíveis… Queria poder colecioná-los. Ale-alejandro, então nem se fala. Mas infelizmente ele é personagem para o próximo livro. Agora é a parte em que eu comento sobre o livro em si, não a história e sinceramente, não tem como não xingar. Eu achei que a editora Rocco fez um trabalho porco com Prazeres Malditos, mas com O Cadáver que Ri foi além. A diagramação continua uma merda, a tradução está errada em vários pontos e a revisão dá nos nervos. Sem contar que não tem sinopse na contra-capa e sim um textinho ridículo sobre como a série veio antes de muitas histórias de vampiro por aí. Já nas abas há uma espécie de sinopse que conta praticamente tudo. E, se você for na página do skoob, haverá um resumo do livro inteiro como sinopse. Me diz: PRA QUÊ? PRA QUE FAZER ESSE TIPO DE MERDA? Mas eu entendo, eu realmente entendo. A porra da editora Rocco só investe nos livros que eles acham que tem mais fãs, tudo bem. Tudo Pretty Little Liars, que realmente, só tem fãs aqui por causa da série, antes ninguém conhecia, né? Pois é. Já Anita, que tem até HQ pela MARVEL, ninguém dá bola. Vou deixar aqui um trecho de tradução/revisão terrível que me apareceu no livro. Então, ele sorriu abertamente e de forma espontânea, mostrando as garras. – Quero que você seja a minha serviçal humana. Página 217 Sim, traduziram FANGS como GARRAS. Eu juro por Deus, eu não conheço nenhum vampiro que tenha garras na boca. Nenhum mesmo, mesmo que não conheça qualquer vampiro real. Mas, sei lá, eu sempre imaginei que eles tivessem presas. Sabe? Caninos afiados e levemente mais longos que os nossos? Bem isso. A original é essa: He smiled then, wide and genuine, flashing fangs. “I want you to be my human servant.” Flashing FANGS!. F A N G S! Não malditas garras! Pra terminar essa resenha com uma quote que define bem o meu padecer sobre essa terrível editora que faz um trabalho tão deplorável com uma obra tão boa. “Stupidity isn’t punishable by death. If it was, there would be a hell of a population drop.” Estupidez não é punível com morte. Se fosse, haveria uma imensa queda de população. Realmente, Rocco, essa quote é pra você.

    12 curtidas

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    Avaliações

    4.3 / 604
    • 5 estrelas52%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas1%
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    Laurell K. Hamilton

    Laurell Kaye Hamilton (born February 19, 1963) is an American fantasy and romance writer. She is the author of two series of stories. Hamilton is known for her New York Times-bestselling Anita Blake series, featuring a professional zombie raiser/supernatural consultant for the police as the protagonist in a world where vampires and werecreatures not only exist, but are citizens with recently protected, if nervously granted, civil rights in the US. The series has 22 novels, several short story collections, and other medias tie-ins such as comic books. 6 million copies of Anita Blake novels are printed.[1] Also notable is her Merry Gentry series, an urban fantasy in which the world of fairy interacts with the "real world".

    191 Livros
    405 Seguidores
    Arkansas, USA

    Laurell K. Hamilton