Game Over - Jogos Eletrônicos e Violência

    Lynn Alves

    Futura
    2005
    255 páginas
    8h 30m
    ISBN-10: 8574131989
    Português Brasileiro

    Diante da demasiada discussão a respeito da influência dos jogos eletrônicos sobre os adolescentes e a possibilidade de virem a causar comportamentos violentos, a pesquisadora Lynn Alves apresenta um ponto de vista polêmico, porém muito bem fundamentado: Os jogos não causam esse tipo de comportamento, pelo contrário, devem ser vistos como uma importante ferramenta no desenvolvimento educacional do jovem. Este é um livro que deve interessar a todos os profissionais da área, educadores, psicólogos e jogadores.

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    Luis Fernando Toniollo Reis03/08/2015Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Decepcionante

    Este é um trabalho acadêmico com o objetivo de investigar a relação entre videogames e violência, através da entrevista com cinco jogadores regulares. A conceitualização é bastante superficial, com diversas imprecisões na história dos videogames, e sem conhecimento dos diversos momentos em que a questão da violência tornou-se importante. Foram escolhidos quatro jogos para serem descritos com maior detalhe. Três deles apresentam relevância com o tema, e são citados pelos participantes da pesquisa. Já o outro deixa dúvidas sobre o motivo de sua inclusão no estudo. Da mesma forma, a autora incluiu os RPGs de tabuleiro, o que pareceu sem muito critério. Como foi escolhido um delineamento de pesquisa qualitativa, creio que a autora se envolveu muito pouco com o tema de sua pesquisa. Em nenhum momento ela esclareceu se jogou algum dos jogos citados, ou qualquer outro. Esse distanciamento contrasta com o resto de sua proposta e causa estranheza. Por outro lado, as entrevistas com número reduzido de participantes podem não ter sido a melhor escolha para abordar o tema. Embora a autora tenha dito que não pretendia provar nada, os dados fornecidos podem levar a generalizações indevidas, criando um perfil de jogador que pode não ser representativo. Por fim, os vários erros de grafia dos nomes próprios indicam falta de revisão. Ou de respeito com o tema.

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