Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores1
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Luz contra luz (YMAGO ensaios breves (2015) Livro 1) -

    Georges Didi-Huberman

    KKYM
    2015
    38 páginas
    1h 16m
    ISBN-10: B00XYNJ3EY
    Português Brasileiro
    3.8
    2 avaliações
    Leram1Lendo0Querem0Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados0Avaliaram2

    Considerando o «Artigo sobre os pirilampos» de P. P. Pasolini, e a alegoria poética da luz que percorre a sua obra, G. Didi-Huberman organiza uma resposta sobre a existência crítica da visualidade, ao mostrar como a condição dialéctica das imagens se decide numa luta de luzes contra luzes. Se em Pasolini a alegoria da luz coincide com a construção de uma imagem simultaneamente estética e política, o desaparecimento dos pirilampos coincide com uma concepção «trágica» que se exprime na separação entre história e mito. Confrontam-se assim duas luzes: uma famosa, maior, que tudo ilumina sob a mesma luz, a outra infâme, mínima, que se vislumbra singular na escuridão, como a brasa de um cigarro na noite. Nesta súbita inversão energética, a análise de objetos entrevistos, mais do que iluminados - como nos exemplos de Lorca, Dalí e Eisenstein -, afirma a paradoxal condição do visível, bem como a posição fenomenológica de Merleau-Ponty implicada na tensão dialéctica do corpo que vê. Assim, a perspectiva do sociólogo, que analisa o valor de exposição, e a do fenomenólogo, que dialectiza o visível, perpetuam a extensão do conflito: o que se vê sob a luz ou enquanto luz designam diferentes processos imaginais. O que se vê na esfera do mediático exige uma luz; o que se incorpora com o olhar de outrem gera uma outra luz. Assim, a intermitência discreta dos pirilampos pode reaparecer quando neles pulsar o carácter ténue, discreto e minúsculo, que os torna portadores do desejo iluminante. É pois na estética de Goethe e na de W. Benjamin, nas «imagens-desejo» de E. Bloch ou nas Minima Moralia de Adorno, que Didi-Huberman entrevê a alegoria da esperança; posição imaginativa, crítica e eminentemente política que se manifesta na alegoria pasoliniana.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 2
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Georges Didi-Huberman profile picture

    Georges Didi-Huberman

    Georges Didi-Huberman, nascido em Saint-Étienne em 1953, é filósofo, historiador, crítico de arte e professor da École de Hautes Études em Sciences Sociales, em Paris. É considerado um dos mais importantes estudiosos contemporâneos da imagem. Publicou, entre outros títulos, La Peinture incarnée, suivi de Le chef-d’oeuvre inconnu par Honoré de Balzac, Devant l’image.

    30 Livros
    17 Seguidores

    Georges Didi-Huberman