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    A Lei Quer Que Eu Morra -

    Caryl Chessman ou Bandido da Luz Vermelha

    Revista dos Tribunais
    1957
    306 páginas
    10h 12m
    ISBN-12: *1*****11***
    Português Brasileiro
    3.9
    6 avaliações
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    Favoritos1Desejados51Avaliaram6

    Como morrem os condenados na Câmara de Gás de San Quentin?; Onde passam sua última noite os que vão morrer?; Se um bom advogado pode obter a comutação de uma pena de morte?; O que são, na realidade os pervertidos sexuais?; Estas são apenas algumas das questões de que Caryl Chessman trata neste seu segundo livro, onde analisa, dramáticamente, as circunstâncias em torno das quais gira a vida dos confinados no tristemente célebre corredor da morte; Obra indispensável ao Jurista, aos estudantes de Sociologia e Direito.

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    Avaliações

    3.9 / 6
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    Caryl Chessman

    Caryl Chessman, mais conhecido como o "Bandido da Luz Vermelha", é um réu confesso, que escreveu em suas auto-biografias sua luta para não ser morto em uma câmara de gás, em San Quentin, Califónia. Bandido de enorme astucia, no início de sua "estadia" na prisão dispensou advogados, fazendo ele mesmo suas defesas. Escreveu, de dentro da cadeia, as obras auto-biograficas "2455-Cela da Morte", "A Lei Quer Que Eu Morra" e "A Face Cruel da Justiça e um romance: "O Garoto era Um Assassino". Seus livros correram o mundo, deixando atônitos pessoas do mundo inteiro, provocando diversos sentimentos, desde pena até extrema raiva. Morreu em uma câmara de gás em 1960, mas sua luta fez o Estado da Califórnia, assim como o resto do mundo, a refletir sobre a pena de morte.

    4 Livros
    4 Seguidores
    Michigan, Estados Unidos

    Caryl Chessman