Personagens: Clint e Maggie
A história é boa e não foge ao estilo Diana Palmer.
Clint e Maggie se conhecem há anos e têm um relacionamento meio “como cães e gatos”.
Ela está saindo de um relacionamento infeliz e, sem muitas alternativas, vai pra fazenda de Clint trabalhar por uns dias como secretária.
Lá os dois se envolvem, mas ele fica naquela coisa irritante de “quero você, mas não quero”.
Depois de alguns conflitos, Clint humilha Maggie que, muito triste, vai embora e sofre um grave acidente. Ele se desespera, a traz de volta, cuida de seus ferimentos, mas em um novo acesso de burrice, deixa a mulher escapar de sua mão de novo. No final eles se acertam.
O que me irritou é a quantidade de “pequena” que o mocinho usou pra se referir à Maggie.
Meu Deus!!!
Tudo era “pequena Maggie”, “pequena tigreza”, “pequena miss pureza”, “pequena inocente”, “pequena descarada” “pequena tola”, “pequena hipócrita”, “pequena ingênua”, “pequena teimosa”, “pequena megera”, “pequena inimiga” e até “pequena alma econômica”...
?
Todos os “pequena-alguma-coisa” foram tirados do livro. Eu não agüentei!
Amo Diana de paixão louca. Amo seus livros, mas esse monte de “pequena” me irritou demais. Será que foi culpa da pequena tradução, digo, da tradução?
Eu tive problema com isso porque eu ficava tentando obsessivamente imaginar qual seria o próximo “pequena-?” que surgiria na história. E quando um aparecia, eu quase vibrava, de uma forma negativa, claro.
Eu sei que tem remédio pra isso, mas eu realmente me distraí com esse fenômeno.
Fora os “pequenas” o livro é bom e como todo romance de Diana, vale a pena ler!
; )