Livro das Fábulas, Apólogos, Parábolas e Breves Contos Tradicionais -

    Franz Kafka, Friedrich Nietzsche, Edgar Allan Poe, Anton Tchekhov, Oscar Wilde, Charlotte Brontë, Irmãos Grimm, La Fontaine, Esopo, Fedro

    TRIUMVIRATUS
    2020
    68 páginas
    2h 16m
    ISBN-10: B085VBBXHZ
    Português Brasileiro

    As 50 narrativas presentes neste livro surgem do limiar da palavra escrita — do antigo Egito — e, atravessando os séculos e continentes, aportam no século XX, nas águas de Saint-Exupéry. Ao lado de grandes autores — da singela perspicácia de Esopo à crítica mordaz e velada Friedrich Nietzsche ao cristianismo —, perfilam-se breves histórias — da África, Ásia, Europa, América e Oceania —, cuja autoria é desconhecida, pois suas origens mergulham nas névoas do tempo. As fábulas são mais remotas do que imaginamos: quem conhece a famosíssima “A Formiga e a Cigarra”, coligida em versos por La Fontaine, há de se surpreender ao ler “Os Ratinhos”, dos índios sioux. Há, aqui, fábulas antigas, como as escritas por Fedro, e outras modernas, elaboradas por Franz Kafka e Khalil Gibran. De entremeio, surgem Leonardo da Vinci (para retirá-las do sono sempiterno em que mergulhadas) e Jean de La Fontaine (para desenvolvê-las e burilá-las até a plenitude). Apólogos e parábolas gestados na Bíblia convivem placidamente com a angústia de Allan Pöe, o lirismo de Liev Tolstói e o sarcasmo de Ambrose Bierce. E aos breves contos tradicionais, juntam-se historietas encantadoras de Charlotte Brontë, Oscar Wilde, Anton Tchekhov, Ryūnosuke Akutagawa e outros escritores.

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    Paulo Santoro28/08/2023Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Edição fraca

    Só li este livro porque está "de graça" no Kindle Unlimited e algumas historietas valem a pena. Porém a seleção de histórias, além de curta, é muito caótica. Uma mistura que não faz muito sentido e não apresenta uma organização cronológica nem explicação melhor sobre as fontes. A tradução parece duvidosa em muitos pontos, e a revisão bem limitada, pois aparecem muitos erros. Alguns textos são excepcionais, como "Cada qual com a sua quimera" (Baudelaire), "O propiciador do bem" (Oscar Wilde) e "A ordem das páginas" (com a bizarra referência de "anônimo africano"). Valem a pena também "O discípulo", "A trapaça" e "A terra dos sonhos".

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